quinta-feira, maio 29

estou com vergonha.

Tô cansada, sem tempo pra nada, e, apesar de ficar na folga, não consigo atualizar isso aqui.
Vou voltar, cheia de coisas idiotas para serem partilhadas, juro.
Um beijão, vocês.

segunda-feira, maio 26

A planta que minha mãe comprou.

Shhhhhhiu. Não fale muito alto, ela pode ouvir. estou tentando com todos os meus esforços, esconder o que estou escrevendo. A verdade é: minha mãe comprou uma planta maligna. A princípio, era uma planta inofensiva pequenininha. Mas percebi que ela crescia anormalmente. E ficava cada vez mais feia. A flor dela é estranha, muito estranha. Ela realmente me assusta. Além disso, eu vi que ela tem uma espécie de olhinhos. O pior é que as pessoas aqui de casa parecem gostar dela, de verdade. Acho que ela tem alguma coisa contra mim. E... ai, olhei para trás, e, sim, ela estava me vigiando. Não passo de hoje, certeza. Tentei avisar a família, mas ninguém me ouve. Bom, vocês já sabem o que aconteceu comigo se não me virem maaaaaaaaaaaaaaaaaah, me solta, sua maldita! hsautgbaslifhsdjç gtyj89 347hdsf jifdbyusda b p9e´ Sua covarde, não vale, eu não estava olhando! Toma isso, e mais isso! Ha, acabei com ela! Quero ver ela atacar alguém com esse nó no caule-pescoço dela... O quê? Não, mãe, foi ela que me atacou, juro! Não é piada! Tá, tá. Planta idiota. Você ganhou hoje, mas amanhã, te jogo pela janela. E nem vou precisar de tesouras .

Antes que falem, sim, faltou assunto.(:

sexta-feira, maio 23

Eu.

Um texto altamente egocêntrico.

Minha vida é assim: como, bebo, durmo, vou pra escola, dou risada, choro, falo com minhas amigas sobre coisas idiotas, falo com meu namorado sobre coisas ainda mais idiotas, penso sobre coisas diversas, fico buscando respostas para perguntas mal-elaboradas. Gosto de comer chocolate, de tomar sol na praia, e de brincar com criancinhas. Não gosto de gente que tenta ser o que não é (e nunca vai ser), de quando o pote de sorvete tem feijão e quando dizem que eu estou errada, quando, obviamente, na minha opinião, que é a melhor do mundo, eu estou certa. Aliás, o que eu mais odeio mesmo é quando me provam que, independente da minha opinião ser ou não a melhor, eu estava errada. Se fosse para falar de três lugares, eu falaria: Paris, Disney e Nova York, ou, pensando melhor, talvez eu ficasse com padaria, parque Ibirapuera, e Caraguá. Bom, não sei, estou confusa. Sempre que tenho que fazer promessa, fico sem tomar Coca-cola, mas, ultimamente, tenho pensado em parar de fazer esse tipo de promessa, porque não fico sem Coca-cola às terças, quintas, sextas, sábados e domingos. É complicado, é um vício. Falo uma língua e meia, tiraria menos cinco se 'dança' fosse matéria curricular, e, muitas vezes, só queria sumir. Ainda sou fã de comedinhas românticas leves, mas acho que elas estão, sim, em falta no mercado (Assisti Terapia do Amor, por exemplo, e achei tão, mas tão ruim). Sempre busco um conectivo para minhas frases, menos quando tenho um monte de idéias soltas, como é o caso desse texto. Não sei se faço Jornalismo, ou Engenharia, mas, seja o que for, ainda acho que vou, sim, ser um fracasso, e acabar sendo patinadora de mercado (o que vai ser um desastre, considerando que mal fico em pé sobre rodas). Se pudesse fazer três pedidos, pediria sorvete de chocolate todos os dias, férias intermináveis, e direito a mais mil pedidos. Como já falei, tenho ojeriza por abobrinhas, e, como devem ter percebido, uso palavras que eu não sei escrever. Só gosto de All Star, e, no máximo, o meu Adidas velhinho. Adoro quando chega o calor depois de meses (ou só dias) de frio, e o inverso também ocorre. Não sei ser rebelde, não sei gritar, não sei cantar. Na minha história, sou portagonista, mas na história real, não passo de figurante. Blablablá, blebleblé, fim.

A felicidade em forma de idiota(:

quarta-feira, maio 21

Desculpas.

Desculpem o abandono, tem sido uma semana um tanto quanto caótica.
Assim que der, retomo tudo, tenho muito a falar, juro.
Um beijo, darlings.

quinta-feira, maio 15

Você pode ser quem você quiser...

Mas quem você quer ser?

segunda-feira, maio 12

Algumas pessoas

Algumas pessoas são idiotas o bastante para achar que vão durar para sempre. Acabam desperdiçando todo o tempo de suas vidas fazendo coisas que não queriam fazer, andando com pessoas que não gostam de andar, disfarçando a personalidade que elas sempre quiseram mostrar. Algumas outras pessoas fazem isso sem querer, mesmo sabendo que não, não durarão para sempre.

Algumas pessoas são idiotas o bastante para desperdiçar 'euteamo's. Distrubuem para qualquer um. Se bobear, falam até para o caixa do supermercado, que devolveu o troco direitinho. O amor vira banalidade na mão de tais pessoas. Algumas outras pessoas fazem isso sem perceber, não conhecem direito o próprio amor para julgá-lo, então, não conseguem julgar se a pessoa é merecedora dele.

Algumas pessoas são idiotas o bastante para acreditar que são queridas por todos. Assim, não ligam para o que falam, para o que fazem, para nada. Acham que são legais demais para que alguém não goste delas. Só pisam e pisam na bola, considerando-se imunes a qualquer julgamento, a qualquer mágoa. Algumas outras pessoas, simplesmente erram.

Algumas pessoas são idiotas o bastante para deixar de lado os verdadeiros amigos. Esquecem deles, trocando os certos pelos duvidosos. Constantemente, se arrependem. Mas fingem não se importar. Preferem ignorar o fato de não estarem felizes, por simples preguiça, ou medo, de querer mudar. Algumas outras pessoas, sim, se importam, mas não conseguem se transformar.

Algumas pessoas são idiotas o bastante para deixar que alguém lhesdê o rumo de suas vidas. Não ligam para si, preferem que os outros estejam satisfeitos. Se esforçam tanto, tanto, e realmente não se importam que ninguém lhes dê o reconhecimento merecido.Algumas outras pessoas fazem isso por pura bondade ingênua.

Algumas pessoas são idiotas o bastante para acharem que não são amadas. Esquecem de todas as pessoas que se preocupam 24 horas por dia com elas. Na verdade, esses idiotas só dão valor a quem não lhes dá nada. Algumas outras pessoas, meus caros, só deixam isso acontecer por medo. E o medo é o que mais lhes faz de idiotas. Sou uma idiota, sim. Mas, assim espero, não por tais motivos.
Não deixe ninguém lhe fazer de idiota. É só isso que basta.

texto feito para alguém, que sabe bem quem é(;

Meninas.

Meninas que choram por medo, por saudade, ou por nada. Meninas que riem de si mesmas, dos outros, de tudo. Meninas que cantam pessimamente mal, meninas que dançam até ficarem cansadas. Meninas que ouvem, meninas que falam, meninas que gritam. Meninas que não se preocupam com uma imagem, meninas que só se preocupam com uma imagem. Meninas que sentem frio, meninas que têm fome, meninas que precisam de algo, mas não sabem o quê. Meninas que amam demais, meninas que não sabem amar. Meninas que se sentem perdidas, meninas que não querem se achar. Meninas que gostam de livros, meninas que gostam de filmes, meninas que gostam de músicas, meninas que gostam de tudo. Meninas que querem cada vez mais, meninas que já nem sabem o que é querer. Meninas que viajam muito, meninas que ficam, para sempre, estagnadas. Meninas que lutam, meninas que batalham, meninas que sempre tentam um pouco mais. Meninas que vêem a vida passar num segundo, meninas que parecem não ligar. Meninas que usam preto, meninas que usam azul, meninas que usam rosa, meninas que usam pessoas. Meninas que sonham acordadas, meninas que roncam dormindo, meninas que até babam. Meninas que só cometem erros, meninas que se desesperam ao errar, meninas que parecem ser sempre tão perfeitas, meninas que só sabem disfarçar. Meninas que ninguém conhece, meninas que ficam escondidas, meninas que só esperam uma chance para serem reconhecidas. Meninas exuberantes, meninas espontâneas, meninas explosivas. Meninas que marcam por onde passam, meninas que ninguém vê. Meninas que preferem loiros, meninas que preferem morenos, meninas que preferem todos, meninas que preferem meninas, meninas que não fazem distinção. Meninas que julgam, meninas que são julgadas. Meninas que comparam, meninas que são comparadas. Meninas que só falam a verdade, meninas que só sabem mentir. Meninas que se alegram por pouco, meninas que ficam tristes por nada. Meninas que ninguém ama, meninas que ninguém quer. Meninas que gostam de futebol, meninas que gostam de teatro, meninas que gostam de moda, meninas que não gostam de nada. Meninas distraídas, meninas complicadas, meninas desesperadas, meninas estressadas. Meninas esquecidas, meninas abandonadas, meninas maltratadas, meninas atordoadas. Meninas amadas, meninas felizes, meninas completas, meninas idolatradas. Meninas apaixonadas, meninas apaixonantes, meninas encantadas. Meninas que sentem, meninas que querem, meninas que choram, meninas que esperam. Meninas que riem, meninas que ignoram, meninas que assistem tudo da arquibancada. Meninas, sempre e simplesmente, meninas.

quinta-feira, maio 8

Historinha.

Era uma vez um reino não muito distante, a umas quatro estações de metrô, vinte minutos de carro, o dobro se tiver trânsito. Lá, bruxa se fantasiava de fada, e fada era confundida com bruxa, a gente nunca sabia muito bem em quem confiar. Nada de pombinhas e ratinhos bonitinhos, cantando. Esses eram, no mínimo, nojentos. Os espelhos também não eram falantes, mas não precisavam ser. Só mostravam aquilo que a pessoa quisesse enxergar.
Nesse reino, viviam muitas princesas: loiras, morenas, ruivas, orientais, negras, altas, baixas, magras, gordas, ricas, pobres, mudas, surdas, cegas, falantes, fofoqueiras, discretas, tímidas, extravagantes, de todos os tipos, enfim, mas sempre princesas.
Tais princesas, porém, nunca viajavam de carruagens-abóboras, era meio 'cheguei' demais. Preferiam um chrysler, ou até mesmo uma limosine. Algumas iam de doblô, de ônibus, ou a pé mesmo, mas, ah, deixa pra lá. As princesas também, salvo raras exceções, não voltavam para casa antes da meia-noite, sem medo de virar plebéia. Belas adormecidas? Ha, até parece. Se dormissem até depois do meio-dia, a mãe (mãe, não madrasta... bom, as vezes até era a madrasta) matava. E nem era preciso maçã envenenada. Elas deixavam o sapatinho de cristal de lado, e vestido longo só em ocasiões realmente especiais. Mas, coitadas, não conseguiam deixar de sonhar com o príncipe encantado.
O príncipe, ah, o príncipe. Era perfeito: bonito, quando não lindo, inteligente, invejado, totalmente apaixonado por você, e, olha que bom, você nunca se cansaria de olhar para ele, nem de ouvir ele falar coisas melosas, nada. Quantas não saíam por aí beijando sapos para ver se algum virava príncipe. Só que, coitadas outra vez, na maior parte das vezes, era o príncipe que virava sapo (Para não entrarmos no ramo príncipe vira fantasma, e some). A verdade, meus caros, era simples, mas ninguém enxergava: As princesas eram cheias de defeitos. Os príncipes idealizados, apenas isso, idealizados. Os castelos, cedo ou tarde, cairiam. E, assim como eles, as pessoas, que cairiam, sim, na real. Perceberiam que o melhor da festa é o esperar por ela. E o melhor do platônico é ele não existir. E a Fera, não é tão fera como as pessoas dizem por aí. E o amor, que todas as princesas, bruxas, fadas, sapos, ratos, príncipes, e pombas sonhavam é só isso, e nada mais que isso: o Amor. Que está aonde ninguém vê, e que chega quando ninguém percebe.
Não haveria, naquele reino 'felizes para sempre', que também era mais uma ilusão. Haveria o fim, a esperança de qualquer coisa depois do fim, uma série de clichês, e nada mais.

E, assim, sennhores, a história acaba solta, quem quiser que conte outra.

terça-feira, maio 6

"'I've never felt like this before'

(...) His eyes looked almost black in dark. He nodded slowly and swallowed noisily like something was caught is his throat. 'I know.'
I know. That's all he nedded to say. J. was so giddy she thought she might black out, so before she had the chance to, she kissed E. the way she dreamed of kissing him all those nights." - It girl, Notorious, pg 264.

No more single word for today. maybe 2morrow?(;
{A., S. aguentem mais um pouco pelo fim, amanhã falo sobre a 'fera'. Coisas boas demais aconteceram, estava num estado de transe;)}

segunda-feira, maio 5

Diz-me com quem andas.

Não tenho amigos, tenho melhores amigos. De todos os tipos, idades e tamanhos. Loiros, morenos, coreanos, japoneses, grandões, pequenininhos, espertos, brisantes. Alguns, eu conheço desde que nasci, outros, mal conheço. Mas é suficiente para amar cada um de um jeito diferente. Não existe nenhum igual a mim, devo dizer. Nenhum é tão burro, ou tão inteligente, quanto eu. Nenhum é tão feio, ou tão bonito, quanto eu. Nenhum gosta tanto, nem tão pouco, das coisas que eu gosto. Enfim, somos distintos.

Mesmo assim, rimos juntos, sonhamos juntos, fazemos planos juntos. Inevitavelmente, queremos ficar juntos para sempre. Um não sobrevive sem o outro, sério. Quem vai brigar por chocolate, ou ouvir a gente falar mal dos outros, ou dar uma opinião sobre a roupa, ou fazer o que quer que seja?

São esses e com esses e desses amigos que eu falo, brigo, e, principalmente, amo. Transformam qualquer tarde chuvosa, fim de feriado, trabalho escolar em algo muito, muito melhor. Impossível descobrir como e por quê. É melhor simplesmente aceitar o fato.
Melhor Amiga Loira, Melhor Amiga Brisa, Melhor Amiga Do Strogonoff, Melhor Amiga Sis, Melhor Amiga Mentosteens, Melhor Amigo SuperNerd, Melhor Amigo Indie, Melhor Amigo De Sempre, Melhor Amigo Pegador, Melhor Amigo Namorado, Melhores Amigos, e, claro, Melhor Amiga Da Moda(*). Amo muito vocês. Vou amar sempre, juro.

São com quem eu ando, são quem eu sou.

Beijo(;


(*)Cada um dos Melhores Amigos poderia receber um nome, totalmente diferente. Mas acho que hoje, é o melhor nome para eles.

sexta-feira, maio 2

Você (não) me irrita.

Para me redimir do último post.


Ok, assumo, gosto de você. Você não é a melhor pessoa do mundo, mas eu também não sou. Quem sabe a gente não acaba dando certo?
Sabe, vou te confessar um segredo, o que mais me irrita em você é aquilo que eu invejo, o que eu queria ser/ter e não consigo. Além do mais, percebi que muitos dos seus piores defeitos não chegam nem aos pés dos meus.
Desculpe qualquer coisa.
Um beijo.