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(Jantei, acabou HSM, estou pronta para um novo post. Só não vou apagar o outro porquee. sei lá, porque sim(:)Depois de tanto tempo te aturando, resolvi encarar. Você, especialmente você, me irrita. Será que não percebe que não é bem-vindo(a)?! Olhe bem para você: é feio(a), desagradável e inconveniente. Sinceramente, não gosto do seu jeito, sua risada me incomoda, e você até aparece meio débil. E quando você se coça, sem parar? Oh, meu deus. Não te conheço direito, mas, por favor, pare de se coçar. Me dá... Me dá coceira! Olha, tentamos ser amigo(a)s, te dei o máximo de chances possíveis, mas você nunca deu valor a nada, não é mesmo? Esse é seu problema, é tudo muito fácil para você. Espero que se divirta com seus outros amigos. Aliás, se tem tantos amigos, por que insiste em me perseguir? Pare, pare, não quero saber de você! Nem de baladas, nem de academias, nem de nada! Chega! Não tem outro assunto, não?Outra coisa: Cansei do seu estilinho 'descolado(a)'. Não me interessa o que fulano usou no Oscar, nem qual é a banda ninguém-ouviu-falar-então-é-boa. Já passou dos limites. E, por favor, pare de tentar ser igual ao(à)s seus/suas amigo(a)s. É ridículo vocês se vestirem igual, falarem igual, e só fazer algo se o(a) outro(a) também fará. Personalidade, ok? Já deu de tentar pagar de malandro(a), não?Assumo: sou mesmo falsa com você. Não sempre, entenda, às vezes, você é até legal, mas eu acho que também não passa de falsidade, afinal, você parece não se cansar de falar mal dos outros pelas costas, não é mesmo? Será que pelo menos você consegue definir o que é mentira e o que é verdade quando fala? Suas histórias já não me enganam. Cansei e não sou a única. Ninguém mais te dá bola, só te zoam, mesmo. Então, pare de se achar, porque só está fazendo papel de bobo(a). Agora, não adianta tentar se salvar, fingindo-se amigo(a) de todos, você não consegue evitar ter seus preferidos, o que não ajuda em nada. Só queima o seu próprio filme.Todo mundo já percebeu que você não é nem um pouco perfeitinho(a) como finge ser. Por que você não assume também que tem defeitos? Pare de se projetar em mim, eu não sou o que você queria ter sido. Eu sou eu, você é você, ponto.E, só para dar um fim a nossa conversa, deixe-me fazer uma última pergunta: por que não consigo, de jeito nenhum, parar de pensar em você?Você, definitivamente, me irrita.Tchau.Obs: O texto não foi feito para uma pessoa, mas para várias. Além disso, algumas irritações foram só de algum momento, não quer dizer que eu odeie tais pessoas. Em algum momento, a maioria já me irritou. Amo muitas, ainda assim, e sei o quanto sou irritante. Mas, que odeio algumas, é inegável(;
Videokês, tortinhas de frango, máquinas de dança, e a vista da avenida paulista láá do alto. Não vou contar onde é, porque sei que, se contar, vai virar um lugar cheio e chato. Se você valer a pena, quem sabe eu te levo lá, hans? Enfim, mas fui com A., M. e LJ.. Pretty cool. Definitivamente, somos desafinados=P Hoje era um dia chuvoso, nublado, e frio. Ahh, perfeito. Acho que era isso que eu precisava, de um lugar novo. Além do feriado, claro.(...)Ai, desculpem, estou vendo HSM, a seleção (terrível, eu sei), então estou meio distraída. Amanhã, ou depois, volto com mais alguma coisinha.Um beijo.
18:18 (faça um pedido!): estava dando uma fuçada geral em orkuts, flickrs, e blogs, e achei o video do segundo colegial. Faz menos de um ano, mas, nossa, como deu saudades.O que aconteceu com aquelas pessoas? Que riam, que choravam, que, ainda que não amiigas, eram próximas. Estudamos por, pelo menos, um ano juntos, e tínhamos um sentimento, mesmo que fraco, um pelo outro. Hoje, vemos as panelinhas ainda mais separadas, como se não nos conhecêssemos. Mas não são saudades só do ano passado. São saudades de antes, bem antes, de um tempo que eu nem lembro mais. Saudade de um tempo que você não lembra, Marina? Como assim? Saudades, só saudades, ainda mais fortes por não lembrar. Onde eu estava há um, dois, dez anos? Quem eu era, o que eu fazia, com quem eu estava? E, hoje? Quem eu sou, quem são as pessoas do meu lado? Será que eu sei?Pode ser que um dia deixemos de nos falar, e, provavelmente, vamos. Mas será que faremos as pazes mais uma vez? Não importa quanto tempo passe. Não quero me esquecer. Não quero. Quando nos afastaramos, será que a amizade vai ser forte para nos reaproximar? É nosso último ano, e eu sei que já falei disso um milhão de vezes, mas não quero perder tudo isso.Amo muito as pessoas que estão aqui, e é muito ruim achar que elas um dia vão embora.Que todas as coisas sejam milagres.Se você não entendeu, veja: http://www.orkut.com/FavoriteVideoView.aspx?uid=14796086371408287854&ad=1196223177Vai ficar um tempo por lá.Um beijo.
Garotinhas atiradas de janelas, terremotos, padres voadores, uaau! Tinha acabado de escrever sobre a falta de inspiração, mas fui obrigada a apagar. Como não ter inspiração frente a tantos assuntos?! Vou porém, dispensar o primeiro tema, por dois importantes pontos: A) Não é um assunto que deva ser discutido em público. A mídia se apoderou do fato para dar ibope a programas sensacionalistas. Isabella virou assunto nas minhas aulas de Biologia, virou parente de metade do Brasil, e, o pior, atração. É triste pensar como o brasileiro é desocupado. E B) Certamente, já foi suficientemente comentado. Portanto, sobram dois temas.Vamos todos morrer, fato. Câncer, dengue, aids, bala perdida, overdoses, tropeços, velhice, entre outras coisas, são esperadas. Mas mortes de terremotos, eu não esperava. O Brasil já não é seguro, corram, fujam, não sei para onde, mas o importante é tentar. Ou então, fiquem por aqui mesmo. Vamos para a praia, divertamo-nos até o fim. Ou, ignorem o fato. Culpem as placas tectônicas. São muitas opções.Mas o que 10 segundos de terremoto não conseguiram fazer? Teve gente que disse que copo caiu, parede balançou, cadeira tremeu. Sinto muito, não senti nada. Para mim, o Brasil ainda é o melhor país que existe (claro, desconsiderando, a política, a fome, a injustiça social, as enchentes... Ok, são temas para um próximo post).Nos quatro próximos anos, muita coisa vai mudar, diz a propaganda. Mas o Brasil vai continuar Brasil. Dos semi-terremotos, das bizarrices, das tempestades em copos d'água.Vou dar uma volta de bexigas, amanhã, volto.Beijão.
Na sexta, fui na casa da Ana.Joguei stop, perfil, e detetive, como já disse em outro post.Depois, no sábado, tive uma festa de criança. Da sobrinha do Mau, por sinal. Voltei às origens, total. Piscina de bolinhas, brigadeiros, máquinas de videogame. Nossa, não lembrava que era assim tão bom. E não lembrava de me divertir assim há muito tempo.Foi como se, por um final de semana, eu pudesse voltar a ser criança. Aí caiu a ficha. Não é por um final de semana. Eu posso ser quem eu quiser, sempre. Sem julgamentos, fingimentos, cópias, nada. Aliás, quem resolveu como deveríamos ser? É ridícula a idéia de seguir um padrão. É bom demais poder ser diferente, poder rir dos defeitos alheios, e ter a certeza que estão rindo dos seus também. Sejamos nerds, patrícios, descolados, escolados, triscolados, roqueiros, indies, emos, punks, clubbers (raça extinta, tsc), esportistas, nômades, whatever! Sejamos, simplesmente, sejamos. Não há nada melhor do que se lambuzar de brigadeiro, sem peso na consciência, ou ler um mangá no pátio da escola, sem ligar para os outros, ou comentar como aquela franja ficou hor-rí-vel nela. Enfim, não há nada melhor do que ser quem somos.Joguemos truco, estouremos bexigas, façamos guerras de travesseiros. O mundo é nosso, o tempo é nosso, e, principalmente, a vida é nossa!Nada como um devaneio entre um salgadinho e outro.Um beijo.(;
Meu último ano no Maria Imaculada, na vida escolar, e, provavelmente, na total dependência dos pais. Ano que vem, nada mais de coleguinhas (pelo menos, nãos estes), nada mais de professores (idem), nada mais disso. E o que se esperava que fosse o melhor ano de nossas vidas, como não cansam de repetir as revistas, os clichês e os adultos. Mas o que sabem os adultos?Se tenho medo de crescer? Nem um poouco. Só não quero virar adulto, se ser adulto for trabalhar até morrer, para ganhar um dinheiro que não vou usufruir, ou não achar graça em nada, ou preferir sorvete de nozes a sorvete de chocolate. Aliás, o que mais me assusta é, como já disse, virar adulto e gostar de abobrinha. Eca! (A propósito, uma amiga me disse que, de fato, gosta de abobrinha, mas como ela come cachorro e já é adulta, nós a perdoaremos, ok?)Mas não é o medo de crescer que está atrapalhando o bem-estar do meu ano, na minha sincera opinião. Acho que, talvez, quem sabe, ele nem esteja assim tão ruim. Quer dizer, hoje eu comi strogonoff, e joguei detetive E perfil, e tomei sorvete, e foi tudo bem legal (*ver adiante comentário). Então, por que todo esse terror? Acho que foi essa expectativa non-sense que tirou a graça de tudo. É fato que todo estudante sonha com o fim, mas, quando esse fim bateu na porta, a gente deu pra trás. Medrosos, somo medrosos. Queremos muito, e, se não conseguimos, jogamos a culpa em outro, é fácil. Não que não nos esforcemos, nos esforçamos, e muito. Mas queremos mais. Sempre mais.Então, hoje, dou a minha proposta para um terceiro ano realmente saudável. Menos terror, mais diversão. Façamos as coisas porque queremos, e não porque precisamos. É, evidentemente, o que está faltando.Um beijo.(*)A., o dia foi muuito legal. Obrigada(;
Pronto, voltei(:Devo dizer, o feriado era mesmo tudo que precisava. Aconteceram várias coisas boas (mas, morram de curiosidade, não vou falar por que isso não é diário, é caderninho, ponto), melhorei meu espírito, e, enfim, estou bem melhor. Ok, acho que pelo último post já dava pra ter uma idéia, certo?Tenho que confessar, tenho vários temas a serem tratados, nem são láá grande coisa, mas, enfim. só que não tô afim. Qualquer coisa ia sair abobrinha. Então, vou deixar os bons temas para uma hora propícia e pular direto para a parte das abobrinhas.Odeio abobrinhas. Não o denotativo, as bobagens. Mas o legume, fruto, ou sei lá o quê. Tá vendo, nem sei o que ela é, como posso gostar dela? Além do mais, deferentemente do tomate, que não é nada, e eu gosto, ela é feia. Não tem cor definida, é cheia de pontinhos, e, o que é pior, é cheia de parentes. Abóboras, abobrinhas italianas, abobrinha menina. Que frescura, odeio todas! Têm um gosto ruim, textura indefinida, e, ainda por cima, fedem. São pura perda de tempo. Odeio abobrinhas, e sempre vou odiar, na sopa, no creme, no prato, cruas, cozidas, fritas, assadas, recheadas (um desperdício de recheio, na minha opinião), e não importa o quanto são saudáveis, nem quanto minha mãe goste delas. E, enquanto eu detestar abobrinhas, vou saber que, ainda bem, ainda não sou uma adulta. Ou vai dizer que alguma criança gosta de abobrinha? Porque, se gosta, mandem-na para a psiquiatria, só isso resolve. Sim, abobrinha, isto é uma richa pessoal com você. Não ouse aparecer no meu prato, que eu te detono! E meus filhos nunca vão comer abobrinha, tá? E nem pense em se disfarçar atrás de um nome elegante (courgette, pff), nem em dados científicos (Cucurbita pepo L, qual é?!), você não me engana. Você é um horror.É, tô voltando ao normal.(: Um beijão.(Excesso de felicidade, tsc)
...com a Ariane e o Pedro do meu lado, e uma pá de gente na sala. Vou tomar sorvete, jogar truco e aproveitar o começo de feriado. Tenho várias idéias de texto, mas não vou escrever sobre nenhum. É feriado!
Terça nos vemos, ávido público!
Um superbeijo.
Ultimamente, não tenho sido a melhor pessoa do mundo. Entendam, a minha vida é legal e tudo mais, mas as vezes, eu só queria sumir. Mas sumir não é assim tão fácil. Não se pode estalar os dedos e, simplesmente, desaparecer. É preciso respirar, contar até 10, e tentar fazer com que o dia melhore.O problema é quando conspira contra. As pessoas fazem coisas desagradáveis, as aulas são extremamente entediantes, e, como você está no seu dia-chato (que, num post anterior, defini como dia-planta), todos parecem ser mais legais do que você. Você se sente mal, excluído, etc, etc. Alguém vem conversar, mas, honestamente, você não está bem para conversas. E é quando tudo complica. Atire a primeira pedra aquele que consegue se segurar nessas horas. Mas, como falo por mim, é assim, bem desse jeito mesmo, que perco meus amigos. Ou, pelo menos, me distancio, ainda que por pouco tempo.A palavra é uma coisa muito forte. Tá certo que algumas pessoas preferem simplesmente fingir que não, mas é. Palavra dada não se volta atrás. Pode ser que ninguém se lembre depois de um tempo, nem o próprio 'falador', mas a palavra dita não volta para a boca. Quando são palavras bem empenhadas, ou seja, na hora certa, para a pessoa certa, e do jeito certo, pode ser um 'eu te amo' ou um palavrão (combinemos, um palavrão na hora certa é perfeito, por mais anti-palavrões que eu seja), não há coisa melhor. Mas quando nos arrependemos. Nossa, quando nos arrependemos, é terrível. Não sei vocês, mas odeio voltar atrás. Posso pedir 'desculpa' por tudo, desde errar uma conta, até não poder sair com os amigos, mas odeio me arrepender. Porque, (sim, isso vai tornar meu discurso uma coisa completamente controversa), não é porque eu peço desculpas que eu estou arrependida. Para desfazer mal-entendidos, eu explico. Pedir desculpas é uma forma de demonstrar que se é bem-educado (sem exageros, claaro). Mas o 'se arrepender' vai muito além disso. Se arrepender é desejar não ter feito algo. O que sabemos, não muda nada. O que está feito, está feito, e nada tornaria isso diferente. Por isso, odeio me arrepender.É incrível como o ser humano é burro. Sempre cometendo os mesmos erros, falando as coisas erradas, ou fora de hora. Ah, bem sei como sou craque em entrar em situações embaraçosas. Falo bobagens imeensas. Mas, sei lá, é o meu jeito 'joselito' de ser. Mas tem vezes que me supero. Ultrapasso a barreira saudável joselito-insensível. Falo coisas que ofendem, e, tenho que admitir, na maior parte das vezes, é por ciúmes, inveja ou raiva. Nossa, são os três piores males do mundo!Hoje, e sempre, digo que, se falei coisas que não deveria ter dito, me arrependi e me arrependo. Mas não confundam. Não me arrependo por ter pensado, só por ter colocado tudo isso em público. Mentir é uma coisa que eu dificilmente faço. Por isso, se vocês não gostaram do que falei, tenham certeza que eu preferia não ter falado. Mas que, ao menos para mim, era verdade, podem apostar que era.(;Beijão.Vou ser sincera, não gostei muito desse texto, achei meio repetitivo. Mas, bom, era um tema que eu queria pôr em público há algum tempo, então simplesmente ignorem-no.
Antes de tudo, às pessoas não-piegas, não leiam. Esse vai ser um texto chato, escrito num momento em que tudo era lindo. Nada disso faz sentido. Não são palavras.----------------------------------------------------------------------------------As coisas foram acontecendo. A vida era, basicamente, amigos, quedinhas inacabadas, sonhos de gente pequena. E, num dia qualquer, tudo ficou diferente. Inútil tentar explicar, ou mesmo entender, como e porque.Era assim. Um sentimento estranho, totalmente novo. Era diferente de qualquer paixãozinha, qualquer quedinha, qualquer coisa. Era, pela primeira vez, o amor. Amor verdadeiro, amor que me fazia querer dançar, amor que me deixava esquecer de tudo, amor. Chegou quando ninguém esperava, onde ninguém esperava, de um jeito que ninguém esperava. Quantas cartas, quantos sonhos, quantos beijos. E, hoje, eu só quero rir, e dizer palavras bonitas, e transformar tudo em flores. Nada mais é cafona, ficar sem ele é um desperdício. Amo, ah, como amo, cada mísero segundo. Nas horas ruins, ele é o meu apoio. Foi quem me fez ver quem eu era, de verdade, sem falsas máscaras. Mangás, conversas, bobagens. Só agora sou que em sempre quis ser. Chegou uma hora que nada mais que eu possa falar, ou fazer, ou pensar, vai ser suficiente. Um olhar já explica tudo, e um beijo move (ai, que coisa velha) montanhas, é tudo, simplesmente, bom demais. A vida é, agora, basicamente, amigos, sonhos grandes e ele. Ele. Pieguice pura(mente perfeita).(E, para cortar o clima) O melhor de tudo é que ele prometeu me levar na topshop. (megainternas)Amo você, M. Por tudo, mais que tudo, e para sempre.Um beijo.PS: Ok, avisei para não lerem(;
Ontem, o dia estava lindo. Um baita solzão, um céu azul, não, um céu azuuul, um clima de domingo feliz, São Paulo ia jogar, tudo perfeito. Mas ontem não era um domingo feliz. Tava com uma baita dor de cabeça, o calor era infernal, o Palmeiras tava com tudo pra ganhar, e, sim, estava com um mal-humor crônico, tudo parecia ruim. Era um dia para "get the things in perspective(*)". E eu pensei. Pensei em como as coisas estavam. Boas, ruins, chatas, legais, estressantes, acabando, entediantes, decepcionantes, diferentes. Num dia ensolarado, perfeito para um banho de sol, ou mesmo um sorvete, eu pensei. Mas pensar não estava ajudando. Resolveram tomar sorvete. Mas para chegar até o sorvete, tinha que descer uma ladeirona, subir uma ladeirona, a pé, sob o sol. Não, eu não ia. Era melhor ficar pensando. Mas insistiram, e insistiram, e eu fui. E andava, andava. E alguém jogava gelo em mim. E eu queria chegar logo. E já estava desistindo mas, a ladeira-descida já tinha acabado, agora era subida de qualquer jeito. E eu pensava 'que saco, por que eu vim?'. E, quando eu resolvi que queria que o mundo explodisse, eu cheguei na sorveteria. E tomei um sorvete, E um açaí. E ri das piadas bobas que ouvia. E esqueci, por um instante, de todos os problemas. De todos. O São Paulo ganhou, a dor de cabeça passou, e choveu. Ah, como eu amo chuvas. O dia não podia ter sido melhor. E eu não queria que ele acabasse. Assim como não quero que esse ano acabe. e dei graçasadeus por ter ido tomar o tão culpado sorvete.Um beijo.(*)faltou um termo melhor em português.
Mallu Magalhães. Uma menina de 15 anos, que tá 'bombando' na net. Ô frasesinha clichê, todo mundo bomba na net, segundo as revistas. Mas, como eu tô fazendo de tudo pra virar uma pessoa mais descoladinha (e só por admitir, já perco pontos, eeu sei), resolvi ouvir, só pra ter uma idéia.O pior é que... gostei. Sim, um sonzinho daqueles levinhos, que quem me conhece sabe que eu amo de paixão, com uma pegada meio Jack Johnson (nas palavras de outras pessoas, não minhas). Aí fui ver a crítica e, dios mio, enquanto alguns são só elogios, outros só falam mal. Mas não porque não gostam da voz, ou porque ela toca mal violão (que por sinal, não é o caso, toca muito bem), mas porque ela canta em inglês. Totalmente estúpido. O principal argumento é que a garota não valoriza a sua língua original. Vamos combinar, alguém que escreve "A MoXiNHa DeSVaLoRiZa a LíNGua Que NóiS FaLa" não merece ser levado a sério. Ok, não encontrei nenhuma bárbarie desse tipo (porque não fiquei procurando muito, veja bem), mas vi gente que fala "vc dveria tokr em portgs", que corta vírgulas, e, para não entrarmos numa aula de gramática, comete vários erros. E vêm me falar de valorização da língua? Ah, por favor. Mc Créu canta em português, e, ainda que seja uma musiquinha, ahn, digamos, dançante, não é valorização da língua. Um, que pagou de inteligente, citou Renato Russo, como grande exemplo a ser seguido. Concordo, sim, mas, hoho, querido, o próprio gravou um disco inteirinho em italiano. Ah, claro, italiano não é língua mais falada do mundo, o cara foi original. Gente, inglês é, atualmente, a língua mais falada do mundo! O fato dela ter feito uma música assim atinge um público muuito maior. Então, podem criticar: a letra é bobinha demais, detestei a voz dela, prefiro um rock metal, ou até um créu. Mas não se justifiquem falando que ela é uma traidora da Pátria, que quanto mais vocês falam, mais vocês se perdem, e, conseqüentemente, ficam com imagem de estúpidos.Gostei dela, e vou continuar gostando.E, a propósito, ela também canta em português, e meu namorado gosta da música dela.Um beijão.PS: desculpem por todos os erros gramaticais.(;PPS: obrigada teo, por tudo (créditos a ele pelo, uhn, visual do título, sei lá, depois pergunto;P)
Antes de tudo, um breve esclarecimento: adoro meus amigos. Eles são supergente boa, têm uns defeitinhos relevantes, e (quase) nunca me deixam na mão. Enfim, são ótimos amigos, desses que a gente não acha fácil por aí.Mas hoje estou num "dia-planta". Um daqueles dias que a gente não quer nada, ir pra escola é um saco, conversar, uma tortura, e falar qualquer coisa é arriscado, porque só se sabe reclamar, brigar, e achar que tudo é ruim. O pior é que esses dias-planta estão cada vez mais comuns. Acho que estou virando uma pessoa-planta, a pior coisa do mundo. Logo, creio que a melhor solução é uma mudança de ares. E conhecer novas pessoas é um dos pontos principais desta lista. Quero poder sair do meu mundinho, pra conhecer coisas novas, vida nova! Sei que, daqui a um ano, vou achar isso absurdo. Vou ter conhecido muitas novas pessoas e vou perceber que, mesmo que faça novos amigos, os meus antigos amigos ainda são os melhores. Bom, ou não, mas hoje, e hoje é o que importa, é nisso que eu acredito.Por isso, desculpe pelo texto-planta, mas vou encontrar meus amigos, e sair desse dia planta.Um beijo(-planta).PS: Assisti 'Ela e os caras', e adorei. Até enchi o saco de tanto falar. Mas é um filme fofinho, pra ver com família, ou namorado(a), legalzinho, água-com-açúcar. Não recomendo, porque sei como é bobo, mas eu gosto(;PPS: ainda faltam correções ao texto.
"Eu não sei quando comecei com os campeonatinhos. Desde que me conheço por gente, eles já estão aqui. Tomam as mais variadas formas, assumem diferentes regras e incorporam os mais distintos campos, mas em sua essência são quase todos idênticos." - Antônio Prata, Capricho, ed.1038.Hoje, começo com uma citação, que me fez pensar em dois fatos que eu realmente precisava comentar.Primeiro, a minha adoração por esse cara. Desde que virei mocinha (ou meu pai julgou que sim, e deixou eu ler revistas de mocinha¬¬), me acostumei a começar as revistas pelo fim. Não por tradição japonesa, ou coisa do tipo, mas porque a coluna dele ficava na última página. Sim, ficava. Na edição 1040, o título da coluna era 'Despedida'. Já deu pra sacar tudo né? Bom, eu não tinha blog, e o máximo que podia fazer era lamentar. E, olha, a verdade mais pura. Esse era para ser o primeiro assunto desse blog. Gosto pra caramba de Vinícius, me emociono com Carlos Drummond, e acho o máximo ler Cecily. Mas não tinha nada comparado à coluna dele. Eu quero escrever como ele, quero falar sobre assuntos como os dele, e, olha, já me peguei até pensando em como seria ir pra China, passar um tempo que nem ele. Ok, eu exagero. Não conheço ele, ele, definitivamente, não me conhece.O máximo de tempo que passamos juntos foi o tempo que demoro para ler a última página, mas a recíprocua não é verdadeira. Outro dia, ele escreveu sobre jornalistas. Cara, tocou. É ele que me dá vontade disso. Mau, não sinta ciúmes, meu amor por você é completamente diferente, mas devo admitir. Adoro Antônio Prata.Agora, posso falar sobre o tema, ainda que atrasadamente (existe?), que só agora tenho em mãos a revista. Sou vidrada em campeonatinhos, também. Sempre penso: se conseguir atravessar a rua, meu dia vai ser bom. Se tiver mais de 3 reais em minha carteira, vou ficar rica. Se tirar a melhor nota da classe, minha vida vai ser melhor. Pois bem. Meus dias são bons e ruins, independentemente do farol, continuo na miséria, e, mesmo que tire notas boas, minha vida é sempre igual. Olha só, não entendam mal. Não é que eu não ache legal outras pessoas tirarem notas boas, adoro umas moedas, e até gosto de esperar o farol abrir. Mas é uma competição, antes de tudo, comigo mesma. Como se tudo só dependesse de mim. Puro egoísmo de minha parte. Mais um defeito pra minha lista, terrível, sei. Mas se Antônio pode, eu posso também.Um beijão, e, olha só, hoje fiz direitinho, temos até um título!(;
É, hoje vou ter que escrever rapidinho de novo, que vou pegar um filme com a Sil.
Ah, mostrei meu blog pra alguns amigos, e com ajuda do Teo, vou mudar o template. Adeus, morangos, cerejas, e todo aquele vermelho. Palpites a mais, a vontade!
Ohhoho. Passei o dia com o Mau, sorte minha, azar de vocês. Brincadeira estúpida, mas precisava falar dele, mesmo.
Um beeijão.
E até a próxima boa e produtiva postagem. (Sim, irônica)
PS: Campanha, retome seu blog Matheus. Ah, foi por causa dele tudo isso, não?
Acabeeei! Depois de quase 5 horas numa cadeira desconfortável, questões de múltipla escolha inescolhíveis, e uma vontade imensa de ir embora, aplausos aplausos, acabei. Provão, só bimestre que vem, que ainda por cima, vai ser opcional. Agora, é só esperar o gabarito, pra ver quantas o G. fez a mais (internas, internas, sorry).
Tá, o que mais queria de verdade, eram umas boas e merecidas férias. Ou até um feriado prolongado, cairia bem. Só pra perder a brancura, ou, na falta de sol, acabar com olheiras. Bom, não exageremos, a situação (ainda) não é extrema, mas, nossa, quase. O que salva mesmo são as risadas, piadas, fofocas e brisas. (Obrigada amigas por isso). Ainda por cima, dá tempo de ver televisão (gilmore girls, friends, the big day e smallville na top list, e chuck sempre que dá), convidar os amigos pra virem em casa e ficar, minha nossa, no tédio. Pera, pera, deixa eu repetir: no tédio! Absolutely amazing(: Nada pra fazer, msn a tarde inteira, sóó esperando o tempo passar.
Falando nisso, já deu minha hora. Vou tomar uma coca-cola, brisar mais um pouco. Até qualquer dia, queridos.
Um beijão!
ps: "marcadores para esta postagem: exemplo, patinetes, férias, outono". Por que sites nunca podem ser normais?!
pps: ok, eu não posso falar nada.
Ok, voltei. Tava meio sem tempo, mas acho que hoje pode sair alguma coisa.
Acho que to devendo um pouco pra esse blog, não?
Esse template ridiculo (que ainda não achei um melhor), esse título que é, bem, é bobo, e essas idéias (ou falta de, que se encaixa melhor).
As vezes tenho uns surtos, uma vontadona de escrever alguma, qualquer coisa, comentar fatos bobos, enfim. Só por isso, esse (pequeno) esforço.
Pronto, explicações dadas, vamos aos fatos.
Semana de provas, fim de bimestre, stress quase total. Sim, quase, porque é muito pior pensar que daqui a um ano, nada mais disso.
Adeus professores de escola pequena, adeus provas cheias de cola, adeus recreios brisantes.
Só posso esperar que o ano que vem ofereça alguma coisa boa. Só que não sei. E é o que mais odeio. Não saber. Se vou estar numa faculdade, num cursinho, em casa vagabundeando, ou na Europa, fugindo. Ok, não exageremos. Mas que dá um medo imenso, nossa, dá. Como vai ser não ver as caras que eu já to tão acostumada a ver, não acordar correndo, por estar atrasada para a primeira aula, não ouvir um professor contar a piada mais velha que você conhece, e rir mesmo assim.
E a pressão para entrar Na faculdade, que nós, alunos terceiranistas, bem sabemos que é a esperada por, não por você, mas por seus pais, seus professores, a madre (é, a madre! (?)), todo mundo. Péssimo, péssimo.
Bom, chega disso. Vou estudar pro provão de amanhã, que não é a fuvest, mas é um provão.
Um beijão!