quarta-feira, outubro 22

eu acho.

que vou desistir do blog(:

quinta-feira, outubro 2

minha amiga mala

eu tenho uma amiga que putz ela é muitooooo mala..e o pior é que ela sabe que eu acho ela chata mais mesmo assim ainda fala comigo.

socorro

e dá um tempo

fui

domingo, setembro 28

Algumas verdades mentirosas.

Não, eu não sou a mesma, mesmo, vocês todos estão certos. Estou estressada, estressante, falando mais do que eu deveria, discordando mais do que deveria, me importando menos do que deveria (será?). Já não vou aceitar tudo o que me falam sem pensar, não vou deixar que as pessoas decidam o que eu vou fazer, ou vou, pelo menos, tentar, e, bom, isso é uma mudança e tanto. Mas, pensem bem. Não é o que vocês tanto me falavam que eu deveria fazer?
Eu sei que eu não estou agradando a maioria, mas dessa vez eu estou realmente me agradando. Inventem milhões de desculpas, falem que foi por causa dele, que eu já não gosto de vocês (o que, eu juro, não é verdade), qualquer coisa. Eu mesma já criei um milhão de alternativas. Mas não dá mais pra ficar fingindo ser quem eu não sou, nem quero ser.
Então, a gente pode ficar brigando, e rindo, e brigando, e deixando pra lá, e fugindo daquilo que a gente sabe que só vai fazer a gente brigar, pro resto da vida.
Tchau.

quarta-feira, setembro 17

Hoje.

Eu só vou ficar por aqui um pouco e já alcanço vocês, podem ir indo.

segunda-feira, setembro 15

Raimundinhas.

Dispensando um texto bobo e chato, porque quem entenderia, já entendeu.(:

quarta-feira, setembro 10

Não.

Não quero, não gosto, não vou e não ligo.

terça-feira, setembro 2

O mundo por um brigadeiro.

É, você tava certa. Era melhor não ter mudado mesmo. Lá é mesmo um saco, as pessoas são mais chatas, só um ou outro escapa. Não, não tem brigadeiro, mms, nada disso, e ainda por cima, é longe. O outro cara não chega nem aos pés do George, e toda a sua gayzice. Ainda por cima, todo mundo sabe que eu não queria estar lá. Bom, eu sabia mesmo que ia dar nisso. Não tinha como melhorar, né? Ferrei tudo.
B., queria muito voltar lá.
Um beijão.

sexta-feira, agosto 29

É, você.

Hoje eu te vi mais uma vez. Eu estava num dia de fúria, mas você fingia nem reparar. Você me dizia pra parar de me preocupar com tudo aquilo, que eles iam se tocar. Você me esperou enquanto eu conversava com suas amigas sobre o trabalho da escola. Você foi comigo almoçar, e também foi comigo tomar um açaí, enquanto eu e mais dois falávamos mal da vida. Você me acompanhou até minha casa e me fez, de novo, me sentir mais feliz que nunca. Quando eu ia embora, você ainda me chamou pra tomar um coca, e você sabe como eu não resisto a uma coca. Você ainda me ouviu um pouco mais, antes de me abraçar forte e ir para sua casa, deixando um restinho que sobrou na garrafa para eu tomar mais tarde. Você me ligou assim que chegou pra falar de mais umas idéias que teve, e falou tanta bobagem que eu tive que te ignorar. Você é o cara que minhas amigas queriam, exceto pelo fato que você é você, e elas sabem disso. Você é foda.
Te amo muito.

quinta-feira, agosto 28

Tão ontem.

As novidades já são velhas, as histórias são clichês, é tudo sempre, tão sempre igual. Todos agem igual, pensam igual. Todo mundo quer ficar com o maior pedaço. Afinal, estamos mesmo acabando e, quem sabe, nunca mais a gente precise se ver, né? Oba! Pra que perder tempo com essa baboseira toda?Sabe, tô com uma vontade imensa de gritar na sua cara: "O que tá aconteceendo?" e falar um palavrão. Se eu soubesse que isso iria resolver alguma coisa, eu o faria, pode apostar. Mas não vai. Só vai me fazer parecer (mais) louca (do que eu já pareço pra você). Eu lembro de quando a gente era amigo. Você era o máximo, junto com os outros. Nada poderia acabar com tudo aquilo, naquela época. Por que agora a gente não pode só concordar em alguma coisa e dar risada, e pronto? Por que nada mais fica bom, nunca? Por que eu não posso voltar a falar das coisas boas, felizes e coloridas em vez de ficar aqui, falando de você, que, na real, não tá nem aí. Eu sei, sobrevivo sem você e você sem mim. Mas alguma coisa se perde, tenho certeza. Por favor, quando estiver a fim de voltar a ser como era antes, ou mais legal que agora, me liga.
Sério, qual é o s(m)eu problema?

terça-feira, agosto 19

Fatos (não-)absolutos

O céu é azul (ou cinza), a grama é verde (ou marrom), são fatos inegáveis (ou não).
Adoro parenteses (ou parênteses).

É, é mais um texto absurdo, H..

segunda-feira, agosto 11

Agora.

Eu te amo, tenho dezesseis anos e, sei, sim, o que isso significa.

quarta-feira, agosto 6

Fulaninha de tal.

Ela era objetiva: se queria alguma coisa, queria, e pronto. O que não quer dizer que ela não mudava de opinião. Mudava, e muito. Mas, se, naquele minuto, era aquilo que ela queria, ela ia fazer de tudo para ter. Uma roupa, uma caneta, um menino. E, quase sempre, assim que ela conseguia, enjoava. A vida dela era apostas, competições, querer, querer. Ela já foi melhor amiga de praticamente todos. Só não sabia que até as pessoas que mais gostavam dela, também odiavam. Acho que todo mundo sabia que acabaria sendo esquecido. Ninguém nunca teve coragem de assumir, é claro. Milhões de desculpas existiam pra dar um jeito de paracer que ela é que tinha sido abandonada, e não o contrário. Fingir não gostar, era a melhor tática para mantê-la por perto. Não, melhor: Não gostar dela, de verdade. Isso é que ia deixá-la louca. Não que ela tentasse agradar. Nunca tentou, mesmo. Mas ela era assim, sempre queria o que nunca ia ter. Falava gritando, vivia mentindo, mas não se importava. Era sempre exagerada, em tudo: nas alegrias, nas tristezas, nos amores, nos ódios. Ela podia te fazer rir, ou chorar, em segundos. Mas tentar se adaptar a ela era, no mínimo, cansativo (Aí, outra desculpa).Conheci a fulaninha há uns anos. Ela começou como ninguém, virou alguém, e foi embora. (Devo dizer que, pelo menos, ela chegou mais longe do que muitos, incluindo a que vos fala)Como não poderia deixar de ser, a presença dela começou a ocupar muito espaço. Ela não se encaixava ali, não fazia aquele tipo. Ela não era de seguir, mas de lançar moda (Desculpem, foi uma expressão feia, mesmo). Tudo lá a sufocava, eu tenho certeza. Sim, ela volta, de vez em vez, pra mostrar que, não, ninguém a conseguiu destruir. Faz o seu show, constrange um ou outro despreparado, e vai embora, pra achar outros lugares, outras pessoas, outra vida. E, quando ela vai embora de novo, é quase possível ouvir o suspiro de alívio. Ela incomoda. Mas nem adianta tentar evitar toda a situação.Porque ela vai dar um jeito de deixar tudo ainda pior, e para o seu lado.
Ela é Fulaninha de Tal, a que não se deixa esquecer.

domingo, agosto 3

A felicidade.

Outro dia, escrevi um texto sobre o dia que a felicidade bater na minha porta. Mas apaguei. Na verdade, não foi o único. Como devem ter notado, escrevo bem menos aqui. Que seja.
Mas, depois, outro dia (hoje) eu pensei: 'Será que eu sou feliz no chafariz, tô mesmo de boa na lagoa?' (Ignorem, é uma coisa que só uma pessoa específica vai entender sem parecer ridículo). E, é verdade, eu sou, eu tô. Pode ser que nem sempre eu queira sair pulando, cantando, dançando, mas não é assim que tudo funciona. Eu posso querer desesperadamente chorar, mas... eu tô de boa. Vão ter dias que eu não vou querer falar com ninguém. Mas sair desses dias vao me fazer um bem, meu deus, vai valer todos os outros dias. Não, eu não vou esbarrar na rua com uma pessoa completamente diferente de mim, mas simplesmente perfeita, e só aí vou ficar feliz. Isso só acontece em filmes. Aliás, já tenho a pessoa perfeita pra mim.É claro que não vai ser tudo perfeito, colorido, uma festa. Ainda tenho muito o que fazer. Muito. Se eu for querer viver uma vida extasiada, eu vou ficar querendo. Vou ter que me contentar com uma vida... Bom, feliz. Com altos, baixos, mas, se eu souber lidar com tudo isso, ela vai ser, sim, suave na astronave.
Não duvidem de mim.
E, a propósito, Felicidade-extasiada, se você estiver querendo fazer uma visita, pode, sim, dar uma passada. Só não espere que eu te convide pra ficar. Você também tem muito o que fazer.

domingo, julho 27

Fotos

Uma caixa de fotos está na mesa da sala daqui de casa há, quantos? Três, quatro? Bom, desde terça-feira, façam as contas (sim, meu cérebro vem se derretendo, pouco a pouco). Algumas coisas aconteceram nesse dia, boas e ruins, mas não é delas que quero falar. É, bom, sobre as fotos, que vieram acompanhadas de um all-star tamanho dezenove. Pode até parecer idiota, e, provavelmente, vai, mas aquela caixa é mais do que madeira, papel fotográfico, tecido. Ela trouxe assuntos considerados esquecidos, pessoas que sabe-se lá deus quem são, como estão. Não tem uma pessoa que não pare para ver. Íamos reformar a caixa, mas achamos melhor deixar como estava, do jeito que a pessoa que deu deixou. Minha casa toda é assim. O cobertor de ontem continua no mesmo lugar, dobrado no centro da mesinha, como se ninguém tivesse mexido. As revistas velhas ainda se acumulam nas prateleiras, até que não caibam mais e alguém tenha que trocá-las. O armário amarelo da cozinha, que era a primeira coisa que minha mãe queria mudar quando chegamos no apartamento, ainda é amarelo, com o diferencial de, agora, ser uns treze, catorze anos mais velho. As pessoas são as mesmas, com diferenças sutis, que os outros tendem a supervalorizar e exagerar. Enfim, as coisas vão se acumulando, sendo esquecidas, pra que, um dia aí, a gente resolva 'arrumar' e rever tudo isso. Só tenho um pouco de medo de não estar mais fazendo isso apenas com coisas. Ou com fotos. A propósito, desculpem por não falar mais das ditas cujas.

sexta-feira, julho 25

(.)

Desculpe, não tenho o que falar. Minha vida não tem fatos marcantes e, se tem, não tive habilidade para captar. podia falar como minha amiga caiu de um colchão (!), mas isso daria meia dúzia de linhas, no máximo. Podia falar de amooooor, ah que lindo, mas não estou a fim, podia falar que o mundo é um lugar ruim, mas, hoje, me sinto sem argumentos. Enfim, estou absolutamente sem assunto. Não sei começar um texto e, quando consigo, não sei desenvolver. Se tudo der certo, não saberei dar um fim. vou acabar apagando tudo. Então, vou ficar por aqui, falando sobre nada (e nem posso falar abobrinhas, porque já falei disso). Vamos esperar mais dos próximos dias. Um beijo.

terça-feira, julho 22

Uma semana.

E tudo começa de novo. (Palavrão, que não vou escrever para manter minha reputação.)

domingo, junho 29

De cá.

Mando um oi pra todo mundo, dizendo que aqui está bem frio, e bem bom. Já comi muito (gordiiissima), principalmente chocolate, já tirei muuitas fotos em telefones públicos (vocês não têm um pai como o meu, não entendem), e já tive que pedir para um estranho vestido de limpador de chaminé tirar foto comigo, pois diz a lenda que isso dá sorte.
Dei umas voltas por aí, olhei umas vitrines, nunca vi tantos olhos azuis num lugar só. Ainda vi um monte de mini-gente e mini-lugar, e vou ver a casa do papai noel, qualquer dia.
Pros que não pararam de ler na primeira linha, um beijo, já to com saudades de muitos vocês.(;

PS: Amo você, M.

sexta-feira, junho 27

Malas.

Grandes, pequenas, coloridas, pretas, cheias, quase cheias, prontas.

quarta-feira, junho 25

Férias

Estresses, professores, madre, trabalhos, provas, estudos, cadernos de exercícios, apostilas rabiscadas, lugar fixo, redações, contas, briguinhas, atrasos no inglês. Acabou. Por um mês, posso acordar mais tarde, entrar no msn de manhã para conversar com a A. (que não está no msn=T), vou viajar umas boas semanas, vou almoçar em casa, vou fazer a M. parar de estudar e a B. vir até o prédio. Vou ficar esperando a S. me ligar pra gente sair a tarde, vou ligar para a K. e o J. para sair também. Vou acordar a J. e o L., vou encontrar a AC. no metrô. Vou comer pipoca, convidar todo mundo para vir em casa, vou fazer brigadeiro a tarde, vou assistir filmes ruins. Vou voltar a entrar no orkut, vou ficar de pijama a manhã inteira, vou entrar no tédio (não se digam surpresos quando um post entitulado 'tédio' aparecer). Por meio mês vou ver Ele todos os dias, e vou ficar com saudade na outra metade do mês.
Por um mês, estou nas minhas últimas férias de Julho do colegial.

Ah, férias(:

quarta-feira, junho 18

Risadas.

Risadas são saudáveis. Ainda não se provou que são a cura para toda doença, mas eu podia apostar que elas colaboram muito. Acredito muito no poder das risadas. Qualquer, qualquer briga se resolve com uma boa e sincera risada. É claro que há uma espécie de protocolo a ser seguido: não force a barra, saiba a hora de rir, diferencie uma risada verdadeira de uma, dã, falsa. Sim, porque tem gente que finge dar risada, só pra não ficar chato. As risadas que eu falo aqui não são assim. Elas podem até nem ser aqueeela risada longa de fazer perder o ar, nem nada, mas você sabe quando é uma boa risada.
Vamos definir assim: se a risada for capaz de quebrar um gelo, de esquecer uma briga, de apagar qualquer mágoa, ela fica sendo uma boa risada, ok? Preste atenção, você percebe ela, no ar. Às vezes, ela é muda, vem num olhar. Mas está ali, inegável, cúmplice. Não dá para confundir.
Quem nunca esteve com tanto, mas tanto mal-humor que achou que fosse explodir, mas, ao assistir Friends, ou Chaves, ou Escolinha do Professor Raimundo (tem gosto pra tudo, né?), saiu leeeve? Eu amo risadas, as verdadeiras. Tento não perder uma. Posso falar que não vou nunca mais olhar na cara de Fulano, mas, com uma risada, ou um risinho só, que seja, volto a ser melhor amiga prasempre-eterna-ah-que-lindo.
Ria. É melhor do que chorar, garanto.

segunda-feira, junho 16

(Des)informação.

Fulano Herdeiro de não sei quantos milhões casou no dia tal, com Sicrana, golpista assumida, que tem muitos anos a menos que o noivo, mas não acha ridículo dar uma baita festona, pelo menos, não se for aparecer na Babacaras. O casamento será na casa de campo da família do noivo, e são previstos 500 interesseiros. Estima-se que tenham gastado um m... Blablabla.

Oh, eles casaram. o amor é lindo, não é mesmo?

sábado, junho 14

(Outra bobagem)

"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"-Fernando Pessoa.

Ninguém nunca soube saber tanto quanto você sabe. Poderia soltar milhões de palavras, que elas não teriam nexo, seriam apenas palavras soltas. Nem todo o tempo do mundo vai ser suficiente para poder ficar com você. Já disse: vou te perseguir para todo o sempre. Não importa quantas sejam as brigas, quantos sejam os silêncios absolutos, nada. Te amo, e você já sabe disso.

sexta-feira, junho 6

Um homem passeia com seu cachorro.

Um homem passeia com seu cachorro. Nem devagar, nem rápido, só no mesmo e constante passo. O cachorro, não. Anda rápido, acha um poste, ou uma árvore, ou um pedaço de muro, ou qualquer coisa, e pára para dar, com o perdão pela expressão, uma mijada. Na verdade, uma mini-mijada, mais pra demarcar território do que para satisfazer suas necessidades. Ou então, ele não pararia tantas e curtas vezes, certo?
Eu sigo atrás, só olhando.
O homem vai andando, andando. Usa uma blusa roxa, uma bermuda laranja floral, meias pretas. Ridículo, não fosse tão óbvio. O cachorro é minúsculo. Daquela raça meio fofa, meio amedrontadora, cheio de pêlos. Ele corre, fazendo um esforço enorme para acompanhar seu dono e, ao mesmo tempo, parar na maior quantidade de lugares possível para, bom, para dar uma mini-mijada. É cômico ver o homem, que não se importa com o fato da coleira estar atrapalhando a passagem (Ele deixa o cachorro ir andando, é uma daquelas coleiras semi-modernas, que não acabam nunca, mais ou menos que nem fita métrica), andar com um cachorro tão pequeno, dando um 'oi' para os conhecidos na rua.
Acho que ele era careca (O homem, não o cachorro). E acho que ele era preto(O cachorro, não o homem). E acho que os dois, com todas as suas diferenças, eram mesmo diferentes (ah, peguei vocês, acharam que eu ia falar que eles eram iguais, han?). A situação não combinava, de jeito algum.
Era quase tão, não sei, estúpida quanto aquela vez que eu vi duas muçulmanas perguntando o endereço. Fosse na América, achariam que eram mulheres-bomba. No Brasil, eram só duas mulheres fora do contexto. Bom, deixa pra lá, outro dia conto essa história.
A coleira infinita acaba, o homem não pode mais se separar do cachorro, e o cachorro não pode ir para mais longe do homem. Qual dos dois desistirá, e parará, e irá para perto do outro? O homem chama: "Vem cá, meu amor." (reprodução exata, não inventada).
Está explicado. Um cachorro passeia com seu homem.

quinta-feira, maio 29

estou com vergonha.

Tô cansada, sem tempo pra nada, e, apesar de ficar na folga, não consigo atualizar isso aqui.
Vou voltar, cheia de coisas idiotas para serem partilhadas, juro.
Um beijão, vocês.

segunda-feira, maio 26

A planta que minha mãe comprou.

Shhhhhhiu. Não fale muito alto, ela pode ouvir. estou tentando com todos os meus esforços, esconder o que estou escrevendo. A verdade é: minha mãe comprou uma planta maligna. A princípio, era uma planta inofensiva pequenininha. Mas percebi que ela crescia anormalmente. E ficava cada vez mais feia. A flor dela é estranha, muito estranha. Ela realmente me assusta. Além disso, eu vi que ela tem uma espécie de olhinhos. O pior é que as pessoas aqui de casa parecem gostar dela, de verdade. Acho que ela tem alguma coisa contra mim. E... ai, olhei para trás, e, sim, ela estava me vigiando. Não passo de hoje, certeza. Tentei avisar a família, mas ninguém me ouve. Bom, vocês já sabem o que aconteceu comigo se não me virem maaaaaaaaaaaaaaaaaah, me solta, sua maldita! hsautgbaslifhsdjç gtyj89 347hdsf jifdbyusda b p9e´ Sua covarde, não vale, eu não estava olhando! Toma isso, e mais isso! Ha, acabei com ela! Quero ver ela atacar alguém com esse nó no caule-pescoço dela... O quê? Não, mãe, foi ela que me atacou, juro! Não é piada! Tá, tá. Planta idiota. Você ganhou hoje, mas amanhã, te jogo pela janela. E nem vou precisar de tesouras .

Antes que falem, sim, faltou assunto.(:

sexta-feira, maio 23

Eu.

Um texto altamente egocêntrico.

Minha vida é assim: como, bebo, durmo, vou pra escola, dou risada, choro, falo com minhas amigas sobre coisas idiotas, falo com meu namorado sobre coisas ainda mais idiotas, penso sobre coisas diversas, fico buscando respostas para perguntas mal-elaboradas. Gosto de comer chocolate, de tomar sol na praia, e de brincar com criancinhas. Não gosto de gente que tenta ser o que não é (e nunca vai ser), de quando o pote de sorvete tem feijão e quando dizem que eu estou errada, quando, obviamente, na minha opinião, que é a melhor do mundo, eu estou certa. Aliás, o que eu mais odeio mesmo é quando me provam que, independente da minha opinião ser ou não a melhor, eu estava errada. Se fosse para falar de três lugares, eu falaria: Paris, Disney e Nova York, ou, pensando melhor, talvez eu ficasse com padaria, parque Ibirapuera, e Caraguá. Bom, não sei, estou confusa. Sempre que tenho que fazer promessa, fico sem tomar Coca-cola, mas, ultimamente, tenho pensado em parar de fazer esse tipo de promessa, porque não fico sem Coca-cola às terças, quintas, sextas, sábados e domingos. É complicado, é um vício. Falo uma língua e meia, tiraria menos cinco se 'dança' fosse matéria curricular, e, muitas vezes, só queria sumir. Ainda sou fã de comedinhas românticas leves, mas acho que elas estão, sim, em falta no mercado (Assisti Terapia do Amor, por exemplo, e achei tão, mas tão ruim). Sempre busco um conectivo para minhas frases, menos quando tenho um monte de idéias soltas, como é o caso desse texto. Não sei se faço Jornalismo, ou Engenharia, mas, seja o que for, ainda acho que vou, sim, ser um fracasso, e acabar sendo patinadora de mercado (o que vai ser um desastre, considerando que mal fico em pé sobre rodas). Se pudesse fazer três pedidos, pediria sorvete de chocolate todos os dias, férias intermináveis, e direito a mais mil pedidos. Como já falei, tenho ojeriza por abobrinhas, e, como devem ter percebido, uso palavras que eu não sei escrever. Só gosto de All Star, e, no máximo, o meu Adidas velhinho. Adoro quando chega o calor depois de meses (ou só dias) de frio, e o inverso também ocorre. Não sei ser rebelde, não sei gritar, não sei cantar. Na minha história, sou portagonista, mas na história real, não passo de figurante. Blablablá, blebleblé, fim.

A felicidade em forma de idiota(:

quarta-feira, maio 21

Desculpas.

Desculpem o abandono, tem sido uma semana um tanto quanto caótica.
Assim que der, retomo tudo, tenho muito a falar, juro.
Um beijo, darlings.

quinta-feira, maio 15

Você pode ser quem você quiser...

Mas quem você quer ser?

segunda-feira, maio 12

Algumas pessoas

Algumas pessoas são idiotas o bastante para achar que vão durar para sempre. Acabam desperdiçando todo o tempo de suas vidas fazendo coisas que não queriam fazer, andando com pessoas que não gostam de andar, disfarçando a personalidade que elas sempre quiseram mostrar. Algumas outras pessoas fazem isso sem querer, mesmo sabendo que não, não durarão para sempre.

Algumas pessoas são idiotas o bastante para desperdiçar 'euteamo's. Distrubuem para qualquer um. Se bobear, falam até para o caixa do supermercado, que devolveu o troco direitinho. O amor vira banalidade na mão de tais pessoas. Algumas outras pessoas fazem isso sem perceber, não conhecem direito o próprio amor para julgá-lo, então, não conseguem julgar se a pessoa é merecedora dele.

Algumas pessoas são idiotas o bastante para acreditar que são queridas por todos. Assim, não ligam para o que falam, para o que fazem, para nada. Acham que são legais demais para que alguém não goste delas. Só pisam e pisam na bola, considerando-se imunes a qualquer julgamento, a qualquer mágoa. Algumas outras pessoas, simplesmente erram.

Algumas pessoas são idiotas o bastante para deixar de lado os verdadeiros amigos. Esquecem deles, trocando os certos pelos duvidosos. Constantemente, se arrependem. Mas fingem não se importar. Preferem ignorar o fato de não estarem felizes, por simples preguiça, ou medo, de querer mudar. Algumas outras pessoas, sim, se importam, mas não conseguem se transformar.

Algumas pessoas são idiotas o bastante para deixar que alguém lhesdê o rumo de suas vidas. Não ligam para si, preferem que os outros estejam satisfeitos. Se esforçam tanto, tanto, e realmente não se importam que ninguém lhes dê o reconhecimento merecido.Algumas outras pessoas fazem isso por pura bondade ingênua.

Algumas pessoas são idiotas o bastante para acharem que não são amadas. Esquecem de todas as pessoas que se preocupam 24 horas por dia com elas. Na verdade, esses idiotas só dão valor a quem não lhes dá nada. Algumas outras pessoas, meus caros, só deixam isso acontecer por medo. E o medo é o que mais lhes faz de idiotas. Sou uma idiota, sim. Mas, assim espero, não por tais motivos.
Não deixe ninguém lhe fazer de idiota. É só isso que basta.

texto feito para alguém, que sabe bem quem é(;

Meninas.

Meninas que choram por medo, por saudade, ou por nada. Meninas que riem de si mesmas, dos outros, de tudo. Meninas que cantam pessimamente mal, meninas que dançam até ficarem cansadas. Meninas que ouvem, meninas que falam, meninas que gritam. Meninas que não se preocupam com uma imagem, meninas que só se preocupam com uma imagem. Meninas que sentem frio, meninas que têm fome, meninas que precisam de algo, mas não sabem o quê. Meninas que amam demais, meninas que não sabem amar. Meninas que se sentem perdidas, meninas que não querem se achar. Meninas que gostam de livros, meninas que gostam de filmes, meninas que gostam de músicas, meninas que gostam de tudo. Meninas que querem cada vez mais, meninas que já nem sabem o que é querer. Meninas que viajam muito, meninas que ficam, para sempre, estagnadas. Meninas que lutam, meninas que batalham, meninas que sempre tentam um pouco mais. Meninas que vêem a vida passar num segundo, meninas que parecem não ligar. Meninas que usam preto, meninas que usam azul, meninas que usam rosa, meninas que usam pessoas. Meninas que sonham acordadas, meninas que roncam dormindo, meninas que até babam. Meninas que só cometem erros, meninas que se desesperam ao errar, meninas que parecem ser sempre tão perfeitas, meninas que só sabem disfarçar. Meninas que ninguém conhece, meninas que ficam escondidas, meninas que só esperam uma chance para serem reconhecidas. Meninas exuberantes, meninas espontâneas, meninas explosivas. Meninas que marcam por onde passam, meninas que ninguém vê. Meninas que preferem loiros, meninas que preferem morenos, meninas que preferem todos, meninas que preferem meninas, meninas que não fazem distinção. Meninas que julgam, meninas que são julgadas. Meninas que comparam, meninas que são comparadas. Meninas que só falam a verdade, meninas que só sabem mentir. Meninas que se alegram por pouco, meninas que ficam tristes por nada. Meninas que ninguém ama, meninas que ninguém quer. Meninas que gostam de futebol, meninas que gostam de teatro, meninas que gostam de moda, meninas que não gostam de nada. Meninas distraídas, meninas complicadas, meninas desesperadas, meninas estressadas. Meninas esquecidas, meninas abandonadas, meninas maltratadas, meninas atordoadas. Meninas amadas, meninas felizes, meninas completas, meninas idolatradas. Meninas apaixonadas, meninas apaixonantes, meninas encantadas. Meninas que sentem, meninas que querem, meninas que choram, meninas que esperam. Meninas que riem, meninas que ignoram, meninas que assistem tudo da arquibancada. Meninas, sempre e simplesmente, meninas.

quinta-feira, maio 8

Historinha.

Era uma vez um reino não muito distante, a umas quatro estações de metrô, vinte minutos de carro, o dobro se tiver trânsito. Lá, bruxa se fantasiava de fada, e fada era confundida com bruxa, a gente nunca sabia muito bem em quem confiar. Nada de pombinhas e ratinhos bonitinhos, cantando. Esses eram, no mínimo, nojentos. Os espelhos também não eram falantes, mas não precisavam ser. Só mostravam aquilo que a pessoa quisesse enxergar.
Nesse reino, viviam muitas princesas: loiras, morenas, ruivas, orientais, negras, altas, baixas, magras, gordas, ricas, pobres, mudas, surdas, cegas, falantes, fofoqueiras, discretas, tímidas, extravagantes, de todos os tipos, enfim, mas sempre princesas.
Tais princesas, porém, nunca viajavam de carruagens-abóboras, era meio 'cheguei' demais. Preferiam um chrysler, ou até mesmo uma limosine. Algumas iam de doblô, de ônibus, ou a pé mesmo, mas, ah, deixa pra lá. As princesas também, salvo raras exceções, não voltavam para casa antes da meia-noite, sem medo de virar plebéia. Belas adormecidas? Ha, até parece. Se dormissem até depois do meio-dia, a mãe (mãe, não madrasta... bom, as vezes até era a madrasta) matava. E nem era preciso maçã envenenada. Elas deixavam o sapatinho de cristal de lado, e vestido longo só em ocasiões realmente especiais. Mas, coitadas, não conseguiam deixar de sonhar com o príncipe encantado.
O príncipe, ah, o príncipe. Era perfeito: bonito, quando não lindo, inteligente, invejado, totalmente apaixonado por você, e, olha que bom, você nunca se cansaria de olhar para ele, nem de ouvir ele falar coisas melosas, nada. Quantas não saíam por aí beijando sapos para ver se algum virava príncipe. Só que, coitadas outra vez, na maior parte das vezes, era o príncipe que virava sapo (Para não entrarmos no ramo príncipe vira fantasma, e some). A verdade, meus caros, era simples, mas ninguém enxergava: As princesas eram cheias de defeitos. Os príncipes idealizados, apenas isso, idealizados. Os castelos, cedo ou tarde, cairiam. E, assim como eles, as pessoas, que cairiam, sim, na real. Perceberiam que o melhor da festa é o esperar por ela. E o melhor do platônico é ele não existir. E a Fera, não é tão fera como as pessoas dizem por aí. E o amor, que todas as princesas, bruxas, fadas, sapos, ratos, príncipes, e pombas sonhavam é só isso, e nada mais que isso: o Amor. Que está aonde ninguém vê, e que chega quando ninguém percebe.
Não haveria, naquele reino 'felizes para sempre', que também era mais uma ilusão. Haveria o fim, a esperança de qualquer coisa depois do fim, uma série de clichês, e nada mais.

E, assim, sennhores, a história acaba solta, quem quiser que conte outra.

terça-feira, maio 6

"'I've never felt like this before'

(...) His eyes looked almost black in dark. He nodded slowly and swallowed noisily like something was caught is his throat. 'I know.'
I know. That's all he nedded to say. J. was so giddy she thought she might black out, so before she had the chance to, she kissed E. the way she dreamed of kissing him all those nights." - It girl, Notorious, pg 264.

No more single word for today. maybe 2morrow?(;
{A., S. aguentem mais um pouco pelo fim, amanhã falo sobre a 'fera'. Coisas boas demais aconteceram, estava num estado de transe;)}

segunda-feira, maio 5

Diz-me com quem andas.

Não tenho amigos, tenho melhores amigos. De todos os tipos, idades e tamanhos. Loiros, morenos, coreanos, japoneses, grandões, pequenininhos, espertos, brisantes. Alguns, eu conheço desde que nasci, outros, mal conheço. Mas é suficiente para amar cada um de um jeito diferente. Não existe nenhum igual a mim, devo dizer. Nenhum é tão burro, ou tão inteligente, quanto eu. Nenhum é tão feio, ou tão bonito, quanto eu. Nenhum gosta tanto, nem tão pouco, das coisas que eu gosto. Enfim, somos distintos.

Mesmo assim, rimos juntos, sonhamos juntos, fazemos planos juntos. Inevitavelmente, queremos ficar juntos para sempre. Um não sobrevive sem o outro, sério. Quem vai brigar por chocolate, ou ouvir a gente falar mal dos outros, ou dar uma opinião sobre a roupa, ou fazer o que quer que seja?

São esses e com esses e desses amigos que eu falo, brigo, e, principalmente, amo. Transformam qualquer tarde chuvosa, fim de feriado, trabalho escolar em algo muito, muito melhor. Impossível descobrir como e por quê. É melhor simplesmente aceitar o fato.
Melhor Amiga Loira, Melhor Amiga Brisa, Melhor Amiga Do Strogonoff, Melhor Amiga Sis, Melhor Amiga Mentosteens, Melhor Amigo SuperNerd, Melhor Amigo Indie, Melhor Amigo De Sempre, Melhor Amigo Pegador, Melhor Amigo Namorado, Melhores Amigos, e, claro, Melhor Amiga Da Moda(*). Amo muito vocês. Vou amar sempre, juro.

São com quem eu ando, são quem eu sou.

Beijo(;


(*)Cada um dos Melhores Amigos poderia receber um nome, totalmente diferente. Mas acho que hoje, é o melhor nome para eles.

sexta-feira, maio 2

Você (não) me irrita.

Para me redimir do último post.


Ok, assumo, gosto de você. Você não é a melhor pessoa do mundo, mas eu também não sou. Quem sabe a gente não acaba dando certo?
Sabe, vou te confessar um segredo, o que mais me irrita em você é aquilo que eu invejo, o que eu queria ser/ter e não consigo. Além do mais, percebi que muitos dos seus piores defeitos não chegam nem aos pés dos meus.
Desculpe qualquer coisa.
Um beijo.

quarta-feira, abril 30

Você me irrita.

(Jantei, acabou HSM, estou pronta para um novo post. Só não vou apagar o outro porquee. sei lá, porque sim(:)

Depois de tanto tempo te aturando, resolvi encarar. Você, especialmente você, me irrita. Será que não percebe que não é bem-vindo(a)?! Olhe bem para você: é feio(a), desagradável e inconveniente. Sinceramente, não gosto do seu jeito, sua risada me incomoda, e você até aparece meio débil. E quando você se coça, sem parar? Oh, meu deus. Não te conheço direito, mas, por favor, pare de se coçar. Me dá... Me dá coceira! Olha, tentamos ser amigo(a)s, te dei o máximo de chances possíveis, mas você nunca deu valor a nada, não é mesmo? Esse é seu problema, é tudo muito fácil para você. Espero que se divirta com seus outros amigos. Aliás, se tem tantos amigos, por que insiste em me perseguir? Pare, pare, não quero saber de você! Nem de baladas, nem de academias, nem de nada! Chega! Não tem outro assunto, não?
Outra coisa: Cansei do seu estilinho 'descolado(a)'. Não me interessa o que fulano usou no Oscar, nem qual é a banda ninguém-ouviu-falar-então-é-boa. Já passou dos limites. E, por favor, pare de tentar ser igual ao(à)s seus/suas amigo(a)s. É ridículo vocês se vestirem igual, falarem igual, e só fazer algo se o(a) outro(a) também fará. Personalidade, ok? Já deu de tentar pagar de malandro(a), não?
Assumo: sou mesmo falsa com você. Não sempre, entenda, às vezes, você é até legal, mas eu acho que também não passa de falsidade, afinal, você parece não se cansar de falar mal dos outros pelas costas, não é mesmo? Será que pelo menos você consegue definir o que é mentira e o que é verdade quando fala? Suas histórias já não me enganam. Cansei e não sou a única. Ninguém mais te dá bola, só te zoam, mesmo. Então, pare de se achar, porque só está fazendo papel de bobo(a). Agora, não adianta tentar se salvar, fingindo-se amigo(a) de todos, você não consegue evitar ter seus preferidos, o que não ajuda em nada. Só queima o seu próprio filme.
Todo mundo já percebeu que você não é nem um pouco perfeitinho(a) como finge ser. Por que você não assume também que tem defeitos? Pare de se projetar em mim, eu não sou o que você queria ter sido. Eu sou eu, você é você, ponto.
E, só para dar um fim a nossa conversa, deixe-me fazer uma última pergunta: por que não consigo, de jeito nenhum, parar de pensar em você?
Você, definitivamente, me irrita.
Tchau.

Obs: O texto não foi feito para uma pessoa, mas para várias. Além disso, algumas irritações foram só de algum momento, não quer dizer que eu odeie tais pessoas. Em algum momento, a maioria já me irritou. Amo muitas, ainda assim, e sei o quanto sou irritante. Mas, que odeio algumas, é inegável(;

Point!

Videokês, tortinhas de frango, máquinas de dança, e a vista da avenida paulista láá do alto. Não vou contar onde é, porque sei que, se contar, vai virar um lugar cheio e chato. Se você valer a pena, quem sabe eu te levo lá, hans? Enfim, mas fui com A., M. e LJ.. Pretty cool. Definitivamente, somos desafinados=P Hoje era um dia chuvoso, nublado, e frio. Ahh, perfeito. Acho que era isso que eu precisava, de um lugar novo. Além do feriado, claro.(...)

Ai, desculpem, estou vendo HSM, a seleção (terrível, eu sei), então estou meio distraída. Amanhã, ou depois, volto com mais alguma coisinha.
Um beijo.

terça-feira, abril 29

Saudades.

18:18 (faça um pedido!): estava dando uma fuçada geral em orkuts, flickrs, e blogs, e achei o video do segundo colegial. Faz menos de um ano, mas, nossa, como deu saudades.
O que aconteceu com aquelas pessoas? Que riam, que choravam, que, ainda que não amiigas, eram próximas. Estudamos por, pelo menos, um ano juntos, e tínhamos um sentimento, mesmo que fraco, um pelo outro. Hoje, vemos as panelinhas ainda mais separadas, como se não nos conhecêssemos.
Mas não são saudades só do ano passado. São saudades de antes, bem antes, de um tempo que eu nem lembro mais. Saudade de um tempo que você não lembra, Marina? Como assim? Saudades, só saudades, ainda mais fortes por não lembrar. Onde eu estava há um, dois, dez anos? Quem eu era, o que eu fazia, com quem eu estava? E, hoje? Quem eu sou, quem são as pessoas do meu lado? Será que eu sei?
Pode ser que um dia deixemos de nos falar, e, provavelmente, vamos. Mas será que faremos as pazes mais uma vez? Não importa quanto tempo passe. Não quero me esquecer. Não quero. Quando nos afastaramos, será que a amizade vai ser forte para nos reaproximar? É nosso último ano, e eu sei que já falei disso um milhão de vezes, mas não quero perder tudo isso.
Amo muito as pessoas que estão aqui, e é muito ruim achar que elas um dia vão embora.
Que todas as coisas sejam milagres.
Se você não entendeu, veja: http://www.orkut.com/FavoriteVideoView.aspx?uid=14796086371408287854&ad=1196223177

Vai ficar um tempo por lá.
Um beijo.

segunda-feira, abril 28

Vamos todos morrer.

Garotinhas atiradas de janelas, terremotos, padres voadores, uaau! Tinha acabado de escrever sobre a falta de inspiração, mas fui obrigada a apagar. Como não ter inspiração frente a tantos assuntos?! Vou porém, dispensar o primeiro tema, por dois importantes pontos: A) Não é um assunto que deva ser discutido em público. A mídia se apoderou do fato para dar ibope a programas sensacionalistas. Isabella virou assunto nas minhas aulas de Biologia, virou parente de metade do Brasil, e, o pior, atração. É triste pensar como o brasileiro é desocupado. E B) Certamente, já foi suficientemente comentado. Portanto, sobram dois temas.
Vamos todos morrer, fato. Câncer, dengue, aids, bala perdida, overdoses, tropeços, velhice, entre outras coisas, são esperadas. Mas mortes de terremotos, eu não esperava. O Brasil já não é seguro, corram, fujam, não sei para onde, mas o importante é tentar. Ou então, fiquem por aqui mesmo. Vamos para a praia, divertamo-nos até o fim. Ou, ignorem o fato. Culpem as placas tectônicas. São muitas opções.
Mas o que 10 segundos de terremoto não conseguiram fazer? Teve gente que disse que copo caiu, parede balançou, cadeira tremeu. Sinto muito, não senti nada. Para mim, o Brasil ainda é o melhor país que existe (claro, desconsiderando, a política, a fome, a injustiça social, as enchentes... Ok, são temas para um próximo post).
Nos quatro próximos anos, muita coisa vai mudar, diz a propaganda. Mas o Brasil vai continuar Brasil. Dos semi-terremotos, das bizarrices, das tempestades em copos d'água.
Vou dar uma volta de bexigas, amanhã, volto.
Beijão.

domingo, abril 27

Entre bexigas e brigadeiros.

Na sexta, fui na casa da Ana.
Joguei stop, perfil, e detetive, como já disse em outro post.
Depois, no sábado, tive uma festa de criança. Da sobrinha do Mau, por sinal.
Voltei às origens, total. Piscina de bolinhas, brigadeiros, máquinas de videogame. Nossa, não lembrava que era assim tão bom. E não lembrava de me divertir assim há muito tempo.
Foi como se, por um final de semana, eu pudesse voltar a ser criança. Aí caiu a ficha. Não é por um final de semana. Eu posso ser quem eu quiser, sempre. Sem julgamentos, fingimentos, cópias, nada. Aliás, quem resolveu como deveríamos ser? É ridícula a idéia de seguir um padrão. É bom demais poder ser diferente, poder rir dos defeitos alheios, e ter a certeza que estão rindo dos seus também. Sejamos nerds, patrícios, descolados, escolados, triscolados, roqueiros, indies, emos, punks, clubbers (raça extinta, tsc), esportistas, nômades, whatever! Sejamos, simplesmente, sejamos. Não há nada melhor do que se lambuzar de brigadeiro, sem peso na consciência, ou ler um mangá no pátio da escola, sem ligar para os outros, ou comentar como aquela franja ficou hor-rí-vel nela. Enfim, não há nada melhor do que ser quem somos.
Joguemos truco, estouremos bexigas, façamos guerras de travesseiros. O mundo é nosso, o tempo é nosso, e, principalmente, a vida é nossa!
Nada como um devaneio entre um salgadinho e outro.

Um beijo.(;

sexta-feira, abril 25

Por um terceiro colegial mais feliz.

Meu último ano no Maria Imaculada, na vida escolar, e, provavelmente, na total dependência dos pais. Ano que vem, nada mais de coleguinhas (pelo menos, nãos estes), nada mais de professores (idem), nada mais disso. E o que se esperava que fosse o melhor ano de nossas vidas, como não cansam de repetir as revistas, os clichês e os adultos. Mas o que sabem os adultos?
Se tenho medo de crescer? Nem um poouco. Só não quero virar adulto, se ser adulto for trabalhar até morrer, para ganhar um dinheiro que não vou usufruir, ou não achar graça em nada, ou preferir sorvete de nozes a sorvete de chocolate. Aliás, o que mais me assusta é, como já disse, virar adulto e gostar de abobrinha. Eca! (A propósito, uma amiga me disse que, de fato, gosta de abobrinha, mas como ela come cachorro e já é adulta, nós a perdoaremos, ok?)
Mas não é o medo de crescer que está atrapalhando o bem-estar do meu ano, na minha sincera opinião. Acho que, talvez, quem sabe, ele nem esteja assim tão ruim. Quer dizer, hoje eu comi strogonoff, e joguei detetive E perfil, e tomei sorvete, e foi tudo bem legal (*ver adiante comentário). Então, por que todo esse terror? Acho que foi essa expectativa non-sense que tirou a graça de tudo. É fato que todo estudante sonha com o fim, mas, quando esse fim bateu na porta, a gente deu pra trás. Medrosos, somo medrosos. Queremos muito, e, se não conseguimos, jogamos a culpa em outro, é fácil.
Não que não nos esforcemos, nos esforçamos, e muito. Mas queremos mais. Sempre mais.
Então, hoje, dou a minha proposta para um terceiro ano realmente saudável. Menos terror, mais diversão. Façamos as coisas porque queremos, e não porque precisamos. É, evidentemente, o que está faltando.
Um beijo.

(*)A., o dia foi muuito legal. Obrigada(;

terça-feira, abril 22

Uma brisa sobre abobrinhas.

Pronto, voltei(:
Devo dizer, o feriado era mesmo tudo que precisava. Aconteceram várias coisas boas (mas, morram de curiosidade, não vou falar por que isso não é diário, é caderninho, ponto), melhorei meu espírito, e, enfim, estou bem melhor. Ok, acho que pelo último post já dava pra ter uma idéia, certo?

Tenho que confessar, tenho vários temas a serem tratados, nem são láá grande coisa, mas, enfim. só que não tô afim. Qualquer coisa ia sair abobrinha. Então, vou deixar os bons temas para uma hora propícia e pular direto para a parte das abobrinhas.
Odeio abobrinhas. Não o denotativo, as bobagens. Mas o legume, fruto, ou sei lá o quê. Tá vendo, nem sei o que ela é, como posso gostar dela? Além do mais, deferentemente do tomate, que não é nada, e eu gosto, ela é feia.
Não tem cor definida, é cheia de pontinhos, e, o que é pior, é cheia de parentes. Abóboras, abobrinhas italianas, abobrinha menina. Que frescura, odeio todas! Têm um gosto ruim, textura indefinida, e, ainda por cima, fedem. São pura perda de tempo. Odeio abobrinhas, e sempre vou odiar, na sopa, no creme, no prato, cruas, cozidas, fritas, assadas, recheadas (um desperdício de recheio, na minha opinião), e não importa o quanto são saudáveis, nem quanto minha mãe goste delas. E, enquanto eu detestar abobrinhas, vou saber que, ainda bem, ainda não sou uma adulta. Ou vai dizer que alguma criança gosta de abobrinha? Porque, se gosta, mandem-na para a psiquiatria, só isso resolve. Sim, abobrinha, isto é uma richa pessoal com você. Não ouse aparecer no meu prato, que eu te detono! E meus filhos nunca vão comer abobrinha, tá? E nem pense em se disfarçar atrás de um nome elegante (courgette, pff), nem em dados científicos (Cucurbita pepo L, qual é?!), você não me engana. Você é um horror.

É, tô voltando ao normal.(: Um beijão.
(Excesso de felicidade, tsc)

sexta-feira, abril 18

Da casa do Mau,

...com a Ariane e o Pedro do meu lado, e uma pá de gente na sala. Vou tomar sorvete, jogar truco e aproveitar o começo de feriado. Tenho várias idéias de texto, mas não vou escrever sobre nenhum. É feriado!
Terça nos vemos, ávido público!
Um superbeijo.

quarta-feira, abril 16

As coisas que a gente fala.

Ultimamente, não tenho sido a melhor pessoa do mundo. Entendam, a minha vida é legal e tudo mais, mas as vezes, eu só queria sumir. Mas sumir não é assim tão fácil. Não se pode estalar os dedos e, simplesmente, desaparecer. É preciso respirar, contar até 10, e tentar fazer com que o dia melhore.
O problema é quando conspira contra. As pessoas fazem coisas desagradáveis, as aulas são extremamente entediantes, e, como você está no seu dia-chato (que, num post anterior, defini como dia-planta), todos parecem ser mais legais do que você. Você se sente mal, excluído, etc, etc. Alguém vem conversar, mas, honestamente, você não está bem para conversas. E é quando tudo complica. Atire a primeira pedra aquele que consegue se segurar nessas horas. Mas, como falo por mim, é assim, bem desse jeito mesmo, que perco meus amigos. Ou, pelo menos, me distancio, ainda que por pouco tempo.
A palavra é uma coisa muito forte. Tá certo que algumas pessoas preferem simplesmente fingir que não, mas é. Palavra dada não se volta atrás. Pode ser que ninguém se lembre depois de um tempo, nem o próprio 'falador', mas a palavra dita não volta para a boca. Quando são palavras bem empenhadas, ou seja, na hora certa, para a pessoa certa, e do jeito certo, pode ser um 'eu te amo' ou um palavrão (combinemos, um palavrão na hora certa é perfeito, por mais anti-palavrões que eu seja), não há coisa melhor. Mas quando nos arrependemos. Nossa, quando nos arrependemos, é terrível. Não sei vocês, mas odeio voltar atrás. Posso pedir 'desculpa' por tudo, desde errar uma conta, até não poder sair com os amigos, mas odeio me arrepender. Porque, (sim, isso vai tornar meu discurso uma coisa completamente controversa), não é porque eu peço desculpas que eu estou arrependida. Para desfazer mal-entendidos, eu explico. Pedir desculpas é uma forma de demonstrar que se é bem-educado (sem exageros, claaro). Mas o 'se arrepender' vai muito além disso. Se arrepender é desejar não ter feito algo. O que sabemos, não muda nada. O que está feito, está feito, e nada tornaria isso diferente. Por isso, odeio me arrepender.
É incrível como o ser humano é burro. Sempre cometendo os mesmos erros, falando as coisas erradas, ou fora de hora. Ah, bem sei como sou craque em entrar em situações embaraçosas. Falo bobagens imeensas. Mas, sei lá, é o meu jeito 'joselito' de ser. Mas tem vezes que me supero. Ultrapasso a barreira saudável joselito-insensível. Falo coisas que ofendem, e, tenho que admitir, na maior parte das vezes, é por ciúmes, inveja ou raiva. Nossa, são os três piores males do mundo!
Hoje, e sempre, digo que, se falei coisas que não deveria ter dito, me arrependi e me arrependo. Mas não confundam. Não me arrependo por ter pensado, só por ter colocado tudo isso em público. Mentir é uma coisa que eu dificilmente faço. Por isso, se vocês não gostaram do que falei, tenham certeza que eu preferia não ter falado. Mas que, ao menos para mim, era verdade, podem apostar que era.(;
Beijão.

Vou ser sincera, não gostei muito desse texto, achei meio repetitivo. Mas, bom, era um tema que eu queria pôr em público há algum tempo, então simplesmente ignorem-no.

terça-feira, abril 15

Pieguice pura;

Antes de tudo, às pessoas não-piegas, não leiam. Esse vai ser um texto chato, escrito num momento em que tudo era lindo. Nada disso faz sentido. Não são palavras.
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As coisas foram acontecendo. A vida era, basicamente, amigos, quedinhas inacabadas, sonhos de gente pequena. E, num dia qualquer, tudo ficou diferente. Inútil tentar explicar, ou mesmo entender, como e porque.
Era assim. Um sentimento estranho, totalmente novo. Era diferente de qualquer paixãozinha, qualquer quedinha, qualquer coisa. Era, pela primeira vez, o amor. Amor verdadeiro, amor que me fazia querer dançar, amor que me deixava esquecer de tudo, amor. Chegou quando ninguém esperava, onde ninguém esperava, de um jeito que ninguém esperava. Quantas cartas, quantos sonhos, quantos beijos. E, hoje, eu só quero rir, e dizer palavras bonitas, e transformar tudo em flores. Nada mais é cafona, ficar sem ele é um desperdício. Amo, ah, como amo, cada mísero segundo. Nas horas ruins, ele é o meu apoio. Foi quem me fez ver quem eu era, de verdade, sem falsas máscaras. Mangás, conversas, bobagens. Só agora sou que em sempre quis ser. Chegou uma hora que nada mais que eu possa falar, ou fazer, ou pensar, vai ser suficiente. Um olhar já explica tudo, e um beijo move (ai, que coisa velha) montanhas, é tudo, simplesmente, bom demais. A vida é, agora, basicamente, amigos, sonhos grandes e ele. Ele. Pieguice pura(mente perfeita).

(E, para cortar o clima) O melhor de tudo é que ele prometeu me levar na topshop. (megainternas)
Amo você, M. Por tudo, mais que tudo, e para sempre.
Um beijo.

PS: Ok, avisei para não lerem(;

segunda-feira, abril 14

Chuvas, domingos e bobagens.

Ontem, o dia estava lindo. Um baita solzão, um céu azul, não, um céu azuuul, um clima de domingo feliz, São Paulo ia jogar, tudo perfeito. Mas ontem não era um domingo feliz. Tava com uma baita dor de cabeça, o calor era infernal, o Palmeiras tava com tudo pra ganhar, e, sim, estava com um mal-humor crônico, tudo parecia ruim. Era um dia para "get the things in perspective(*)". E eu pensei. Pensei em como as coisas estavam. Boas, ruins, chatas, legais, estressantes, acabando, entediantes, decepcionantes, diferentes. Num dia ensolarado, perfeito para um banho de sol, ou mesmo um sorvete, eu pensei. Mas pensar não estava ajudando. Resolveram tomar sorvete. Mas para chegar até o sorvete, tinha que descer uma ladeirona, subir uma ladeirona, a pé, sob o sol. Não, eu não ia. Era melhor ficar pensando. Mas insistiram, e insistiram, e eu fui. E andava, andava. E alguém jogava gelo em mim. E eu queria chegar logo. E já estava desistindo mas, a ladeira-descida já tinha acabado, agora era subida de qualquer jeito. E eu pensava 'que saco, por que eu vim?'. E, quando eu resolvi que queria que o mundo explodisse, eu cheguei na sorveteria. E tomei um sorvete, E um açaí. E ri das piadas bobas que ouvia. E esqueci, por um instante, de todos os problemas. De todos. O São Paulo ganhou, a dor de cabeça passou, e choveu. Ah, como eu amo chuvas. O dia não podia ter sido melhor. E eu não queria que ele acabasse. Assim como não quero que esse ano acabe. e dei graçasadeus por ter ido tomar o tão culpado sorvete.
Um beijo.

(*)faltou um termo melhor em português.

sábado, abril 12

Tchubarubas.

Mallu Magalhães. Uma menina de 15 anos, que tá 'bombando' na net. Ô frasesinha clichê, todo mundo bomba na net, segundo as revistas. Mas, como eu tô fazendo de tudo pra virar uma pessoa mais descoladinha (e só por admitir, já perco pontos, eeu sei), resolvi ouvir, só pra ter uma idéia.
O pior é que... gostei. Sim, um sonzinho daqueles levinhos, que quem me conhece sabe que eu amo de paixão, com uma pegada meio Jack Johnson (nas palavras de outras pessoas, não minhas). Aí fui ver a crítica e, dios mio, enquanto alguns são só elogios, outros só falam mal. Mas não porque não gostam da voz, ou porque ela toca mal violão (que por sinal, não é o caso, toca muito bem), mas porque ela canta em inglês. Totalmente estúpido. O principal argumento é que a garota não valoriza a sua língua original. Vamos combinar, alguém que escreve "A MoXiNHa DeSVaLoRiZa a LíNGua Que NóiS FaLa" não merece ser levado a sério. Ok, não encontrei nenhuma bárbarie desse tipo (porque não fiquei procurando muito, veja bem), mas vi gente que fala "vc dveria tokr em portgs", que corta vírgulas, e, para não entrarmos numa aula de gramática, comete vários erros. E vêm me falar de valorização da língua? Ah, por favor. Mc Créu canta em português, e, ainda que seja uma musiquinha, ahn, digamos, dançante, não é valorização da língua. Um, que pagou de inteligente, citou Renato Russo, como grande exemplo a ser seguido. Concordo, sim, mas, hoho, querido, o próprio gravou um disco inteirinho em italiano. Ah, claro, italiano não é língua mais falada do mundo, o cara foi original. Gente, inglês é, atualmente, a língua mais falada do mundo! O fato dela ter feito uma música assim atinge um público muuito maior. Então, podem criticar: a letra é bobinha demais, detestei a voz dela, prefiro um rock metal, ou até um créu. Mas não se justifiquem falando que ela é uma traidora da Pátria, que quanto mais vocês falam, mais vocês se perdem, e, conseqüentemente, ficam com imagem de estúpidos.
Gostei dela, e vou continuar gostando.
E, a propósito, ela também canta em português, e meu namorado gosta da música dela.
Um beijão.

PS: desculpem por todos os erros gramaticais.(;
PPS: obrigada teo, por tudo (créditos a ele pelo, uhn, visual do título, sei lá, depois pergunto;P)

sexta-feira, abril 11

Precisa-se de novo(a)(s) amigo(a)(s)

Antes de tudo, um breve esclarecimento: adoro meus amigos. Eles são supergente boa, têm uns defeitinhos relevantes, e (quase) nunca me deixam na mão. Enfim, são ótimos amigos, desses que a gente não acha fácil por aí.
Mas hoje estou num "dia-planta". Um daqueles dias que a gente não quer nada, ir pra escola é um saco, conversar, uma tortura, e falar qualquer coisa é arriscado, porque só se sabe reclamar, brigar, e achar que tudo é ruim. O pior é que esses dias-planta estão cada vez mais comuns. Acho que estou virando uma pessoa-planta, a pior coisa do mundo. Logo, creio que a melhor solução é uma mudança de ares. E conhecer novas pessoas é um dos pontos principais desta lista. Quero poder sair do meu mundinho, pra conhecer coisas novas, vida nova! Sei que, daqui a um ano, vou achar isso absurdo. Vou ter conhecido muitas novas pessoas e vou perceber que, mesmo que faça novos amigos, os meus antigos amigos ainda são os melhores. Bom, ou não, mas hoje, e hoje é o que importa, é nisso que eu acredito.
Por isso, desculpe pelo texto-planta, mas vou encontrar meus amigos, e sair desse dia planta.
Um beijo(-planta).

PS: Assisti 'Ela e os caras', e adorei. Até enchi o saco de tanto falar. Mas é um filme fofinho, pra ver com família, ou namorado(a), legalzinho, água-com-açúcar. Não recomendo, porque sei como é bobo, mas eu gosto(;
PPS: ainda faltam correções ao texto.

quinta-feira, abril 10

Ode a Antônio

"Eu não sei quando comecei com os campeonatinhos. Desde que me conheço por gente, eles já estão aqui. Tomam as mais variadas formas, assumem diferentes regras e incorporam os mais distintos campos, mas em sua essência são quase todos idênticos." - Antônio Prata, Capricho, ed.1038.
Hoje, começo com uma citação, que me fez pensar em dois fatos que eu realmente precisava comentar.
Primeiro, a minha adoração por esse cara. Desde que virei mocinha (ou meu pai julgou que sim, e deixou eu ler revistas de mocinha¬¬), me acostumei a começar as revistas pelo fim. Não por tradição japonesa, ou coisa do tipo, mas porque a coluna dele ficava na última página. Sim, ficava. Na edição 1040, o título da coluna era 'Despedida'. Já deu pra sacar tudo né? Bom, eu não tinha blog, e o máximo que podia fazer era lamentar. E, olha, a verdade mais pura. Esse era para ser o primeiro assunto desse blog. Gosto pra caramba de Vinícius, me emociono com Carlos Drummond, e acho o máximo ler Cecily. Mas não tinha nada comparado à coluna dele. Eu quero escrever como ele, quero falar sobre assuntos como os dele, e, olha, já me peguei até pensando em como seria ir pra China, passar um tempo que nem ele. Ok, eu exagero. Não conheço ele, ele, definitivamente, não me conhece.O máximo de tempo que passamos juntos foi o tempo que demoro para ler a última página, mas a recíprocua não é verdadeira. Outro dia, ele escreveu sobre jornalistas. Cara, tocou. É ele que me dá vontade disso. Mau, não sinta ciúmes, meu amor por você é completamente diferente, mas devo admitir. Adoro Antônio Prata.
Agora, posso falar sobre o tema, ainda que atrasadamente (existe?), que só agora tenho em mãos a revista. Sou vidrada em campeonatinhos, também. Sempre penso: se conseguir atravessar a rua, meu dia vai ser bom. Se tiver mais de 3 reais em minha carteira, vou ficar rica. Se tirar a melhor nota da classe, minha vida vai ser melhor. Pois bem. Meus dias são bons e ruins, independentemente do farol, continuo na miséria, e, mesmo que tire notas boas, minha vida é sempre igual. Olha só, não entendam mal. Não é que eu não ache legal outras pessoas tirarem notas boas, adoro umas moedas, e até gosto de esperar o farol abrir. Mas é uma competição, antes de tudo, comigo mesma. Como se tudo só dependesse de mim. Puro egoísmo de minha parte. Mais um defeito pra minha lista, terrível, sei. Mas se Antônio pode, eu posso também.
Um beijão, e, olha só, hoje fiz direitinho, temos até um título!
(;

quarta-feira, abril 9

É, hoje vou ter que escrever rapidinho de novo, que vou pegar um filme com a Sil.
Ah, mostrei meu blog pra alguns amigos, e com ajuda do Teo, vou mudar o template. Adeus, morangos, cerejas, e todo aquele vermelho. Palpites a mais, a vontade!
Ohhoho. Passei o dia com o Mau, sorte minha, azar de vocês. Brincadeira estúpida, mas precisava falar dele, mesmo.
Um beeijão.
E até a próxima boa e produtiva postagem. (Sim, irônica)

PS: Campanha, retome seu blog Matheus. Ah, foi por causa dele tudo isso, não?

terça-feira, abril 8

Acabeeei! Depois de quase 5 horas numa cadeira desconfortável, questões de múltipla escolha inescolhíveis, e uma vontade imensa de ir embora, aplausos aplausos, acabei. Provão, só bimestre que vem, que ainda por cima, vai ser opcional. Agora, é só esperar o gabarito, pra ver quantas o G. fez a mais (internas, internas, sorry).
Tá, o que mais queria de verdade, eram umas boas e merecidas férias. Ou até um feriado prolongado, cairia bem. Só pra perder a brancura, ou, na falta de sol, acabar com olheiras. Bom, não exageremos, a situação (ainda) não é extrema, mas, nossa, quase. O que salva mesmo são as risadas, piadas, fofocas e brisas. (Obrigada amigas por isso). Ainda por cima, dá tempo de ver televisão (gilmore girls, friends, the big day e smallville na top list, e chuck sempre que dá), convidar os amigos pra virem em casa e ficar, minha nossa, no tédio. Pera, pera, deixa eu repetir: no tédio! Absolutely amazing(: Nada pra fazer, msn a tarde inteira, sóó esperando o tempo passar.
Falando nisso, já deu minha hora. Vou tomar uma coca-cola, brisar mais um pouco. Até qualquer dia, queridos.
Um beijão!

ps: "marcadores para esta postagem: exemplo, patinetes, férias, outono". Por que sites nunca podem ser normais?!
pps: ok, eu não posso falar nada.

segunda-feira, abril 7

Ok, voltei. Tava meio sem tempo, mas acho que hoje pode sair alguma coisa.
Acho que to devendo um pouco pra esse blog, não?
Esse template ridiculo (que ainda não achei um melhor), esse título que é, bem, é bobo, e essas idéias (ou falta de, que se encaixa melhor).

As vezes tenho uns surtos, uma vontadona de escrever alguma, qualquer coisa, comentar fatos bobos, enfim. Só por isso, esse (pequeno) esforço.
Pronto, explicações dadas, vamos aos fatos.

Semana de provas, fim de bimestre, stress quase total. Sim, quase, porque é muito pior pensar que daqui a um ano, nada mais disso.
Adeus professores de escola pequena, adeus provas cheias de cola, adeus recreios brisantes.
Só posso esperar que o ano que vem ofereça alguma coisa boa. Só que não sei. E é o que mais odeio. Não saber. Se vou estar numa faculdade, num cursinho, em casa vagabundeando, ou na Europa, fugindo. Ok, não exageremos. Mas que dá um medo imenso, nossa, dá. Como vai ser não ver as caras que eu já to tão acostumada a ver, não acordar correndo, por estar atrasada para a primeira aula, não ouvir um professor contar a piada mais velha que você conhece, e rir mesmo assim.
E a pressão para entrar Na faculdade, que nós, alunos terceiranistas, bem sabemos que é a esperada por, não por você, mas por seus pais, seus professores, a madre (é, a madre! (?)), todo mundo. Péssimo, péssimo.
Bom, chega disso. Vou estudar pro provão de amanhã, que não é a fuvest, mas é um provão.
Um beijão!

quinta-feira, março 20

Tava com uma vontade imensa de fazer isso aqui. Sei lá, sempre fui meio contra essa história de blog e coisa e tal, mas queria muito ter um lugar pra falar (ou escrever, no caso) o que quisesse, o que pensasse, whatever. Mas eu ia enrolando, enrolando. Até ver que se enrolasse mais, não ia rolar Nunca. Por sugestão do teo (um amigo muito amigo=P), tá feito. Um blog-caderninho.(;
Tinha 5 minutos para escrever, mas prometo que, da próxima vez, me dedico mais.
Um beijo, fazendo figas pra dar certo.
Nina.