sexta-feira, maio 23

Eu.

Um texto altamente egocêntrico.

Minha vida é assim: como, bebo, durmo, vou pra escola, dou risada, choro, falo com minhas amigas sobre coisas idiotas, falo com meu namorado sobre coisas ainda mais idiotas, penso sobre coisas diversas, fico buscando respostas para perguntas mal-elaboradas. Gosto de comer chocolate, de tomar sol na praia, e de brincar com criancinhas. Não gosto de gente que tenta ser o que não é (e nunca vai ser), de quando o pote de sorvete tem feijão e quando dizem que eu estou errada, quando, obviamente, na minha opinião, que é a melhor do mundo, eu estou certa. Aliás, o que eu mais odeio mesmo é quando me provam que, independente da minha opinião ser ou não a melhor, eu estava errada. Se fosse para falar de três lugares, eu falaria: Paris, Disney e Nova York, ou, pensando melhor, talvez eu ficasse com padaria, parque Ibirapuera, e Caraguá. Bom, não sei, estou confusa. Sempre que tenho que fazer promessa, fico sem tomar Coca-cola, mas, ultimamente, tenho pensado em parar de fazer esse tipo de promessa, porque não fico sem Coca-cola às terças, quintas, sextas, sábados e domingos. É complicado, é um vício. Falo uma língua e meia, tiraria menos cinco se 'dança' fosse matéria curricular, e, muitas vezes, só queria sumir. Ainda sou fã de comedinhas românticas leves, mas acho que elas estão, sim, em falta no mercado (Assisti Terapia do Amor, por exemplo, e achei tão, mas tão ruim). Sempre busco um conectivo para minhas frases, menos quando tenho um monte de idéias soltas, como é o caso desse texto. Não sei se faço Jornalismo, ou Engenharia, mas, seja o que for, ainda acho que vou, sim, ser um fracasso, e acabar sendo patinadora de mercado (o que vai ser um desastre, considerando que mal fico em pé sobre rodas). Se pudesse fazer três pedidos, pediria sorvete de chocolate todos os dias, férias intermináveis, e direito a mais mil pedidos. Como já falei, tenho ojeriza por abobrinhas, e, como devem ter percebido, uso palavras que eu não sei escrever. Só gosto de All Star, e, no máximo, o meu Adidas velhinho. Adoro quando chega o calor depois de meses (ou só dias) de frio, e o inverso também ocorre. Não sei ser rebelde, não sei gritar, não sei cantar. Na minha história, sou portagonista, mas na história real, não passo de figurante. Blablablá, blebleblé, fim.

A felicidade em forma de idiota(:

Um comentário:

shaddaya.lee disse...

terapia do amor é uma decepção de comédia romântica, tá mais pra "uma thurman em crise" isso sim ;Pp