domingo, junho 29

De cá.

Mando um oi pra todo mundo, dizendo que aqui está bem frio, e bem bom. Já comi muito (gordiiissima), principalmente chocolate, já tirei muuitas fotos em telefones públicos (vocês não têm um pai como o meu, não entendem), e já tive que pedir para um estranho vestido de limpador de chaminé tirar foto comigo, pois diz a lenda que isso dá sorte.
Dei umas voltas por aí, olhei umas vitrines, nunca vi tantos olhos azuis num lugar só. Ainda vi um monte de mini-gente e mini-lugar, e vou ver a casa do papai noel, qualquer dia.
Pros que não pararam de ler na primeira linha, um beijo, já to com saudades de muitos vocês.(;

PS: Amo você, M.

sexta-feira, junho 27

Malas.

Grandes, pequenas, coloridas, pretas, cheias, quase cheias, prontas.

quarta-feira, junho 25

Férias

Estresses, professores, madre, trabalhos, provas, estudos, cadernos de exercícios, apostilas rabiscadas, lugar fixo, redações, contas, briguinhas, atrasos no inglês. Acabou. Por um mês, posso acordar mais tarde, entrar no msn de manhã para conversar com a A. (que não está no msn=T), vou viajar umas boas semanas, vou almoçar em casa, vou fazer a M. parar de estudar e a B. vir até o prédio. Vou ficar esperando a S. me ligar pra gente sair a tarde, vou ligar para a K. e o J. para sair também. Vou acordar a J. e o L., vou encontrar a AC. no metrô. Vou comer pipoca, convidar todo mundo para vir em casa, vou fazer brigadeiro a tarde, vou assistir filmes ruins. Vou voltar a entrar no orkut, vou ficar de pijama a manhã inteira, vou entrar no tédio (não se digam surpresos quando um post entitulado 'tédio' aparecer). Por meio mês vou ver Ele todos os dias, e vou ficar com saudade na outra metade do mês.
Por um mês, estou nas minhas últimas férias de Julho do colegial.

Ah, férias(:

quarta-feira, junho 18

Risadas.

Risadas são saudáveis. Ainda não se provou que são a cura para toda doença, mas eu podia apostar que elas colaboram muito. Acredito muito no poder das risadas. Qualquer, qualquer briga se resolve com uma boa e sincera risada. É claro que há uma espécie de protocolo a ser seguido: não force a barra, saiba a hora de rir, diferencie uma risada verdadeira de uma, dã, falsa. Sim, porque tem gente que finge dar risada, só pra não ficar chato. As risadas que eu falo aqui não são assim. Elas podem até nem ser aqueeela risada longa de fazer perder o ar, nem nada, mas você sabe quando é uma boa risada.
Vamos definir assim: se a risada for capaz de quebrar um gelo, de esquecer uma briga, de apagar qualquer mágoa, ela fica sendo uma boa risada, ok? Preste atenção, você percebe ela, no ar. Às vezes, ela é muda, vem num olhar. Mas está ali, inegável, cúmplice. Não dá para confundir.
Quem nunca esteve com tanto, mas tanto mal-humor que achou que fosse explodir, mas, ao assistir Friends, ou Chaves, ou Escolinha do Professor Raimundo (tem gosto pra tudo, né?), saiu leeeve? Eu amo risadas, as verdadeiras. Tento não perder uma. Posso falar que não vou nunca mais olhar na cara de Fulano, mas, com uma risada, ou um risinho só, que seja, volto a ser melhor amiga prasempre-eterna-ah-que-lindo.
Ria. É melhor do que chorar, garanto.

segunda-feira, junho 16

(Des)informação.

Fulano Herdeiro de não sei quantos milhões casou no dia tal, com Sicrana, golpista assumida, que tem muitos anos a menos que o noivo, mas não acha ridículo dar uma baita festona, pelo menos, não se for aparecer na Babacaras. O casamento será na casa de campo da família do noivo, e são previstos 500 interesseiros. Estima-se que tenham gastado um m... Blablabla.

Oh, eles casaram. o amor é lindo, não é mesmo?

sábado, junho 14

(Outra bobagem)

"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"-Fernando Pessoa.

Ninguém nunca soube saber tanto quanto você sabe. Poderia soltar milhões de palavras, que elas não teriam nexo, seriam apenas palavras soltas. Nem todo o tempo do mundo vai ser suficiente para poder ficar com você. Já disse: vou te perseguir para todo o sempre. Não importa quantas sejam as brigas, quantos sejam os silêncios absolutos, nada. Te amo, e você já sabe disso.

sexta-feira, junho 6

Um homem passeia com seu cachorro.

Um homem passeia com seu cachorro. Nem devagar, nem rápido, só no mesmo e constante passo. O cachorro, não. Anda rápido, acha um poste, ou uma árvore, ou um pedaço de muro, ou qualquer coisa, e pára para dar, com o perdão pela expressão, uma mijada. Na verdade, uma mini-mijada, mais pra demarcar território do que para satisfazer suas necessidades. Ou então, ele não pararia tantas e curtas vezes, certo?
Eu sigo atrás, só olhando.
O homem vai andando, andando. Usa uma blusa roxa, uma bermuda laranja floral, meias pretas. Ridículo, não fosse tão óbvio. O cachorro é minúsculo. Daquela raça meio fofa, meio amedrontadora, cheio de pêlos. Ele corre, fazendo um esforço enorme para acompanhar seu dono e, ao mesmo tempo, parar na maior quantidade de lugares possível para, bom, para dar uma mini-mijada. É cômico ver o homem, que não se importa com o fato da coleira estar atrapalhando a passagem (Ele deixa o cachorro ir andando, é uma daquelas coleiras semi-modernas, que não acabam nunca, mais ou menos que nem fita métrica), andar com um cachorro tão pequeno, dando um 'oi' para os conhecidos na rua.
Acho que ele era careca (O homem, não o cachorro). E acho que ele era preto(O cachorro, não o homem). E acho que os dois, com todas as suas diferenças, eram mesmo diferentes (ah, peguei vocês, acharam que eu ia falar que eles eram iguais, han?). A situação não combinava, de jeito algum.
Era quase tão, não sei, estúpida quanto aquela vez que eu vi duas muçulmanas perguntando o endereço. Fosse na América, achariam que eram mulheres-bomba. No Brasil, eram só duas mulheres fora do contexto. Bom, deixa pra lá, outro dia conto essa história.
A coleira infinita acaba, o homem não pode mais se separar do cachorro, e o cachorro não pode ir para mais longe do homem. Qual dos dois desistirá, e parará, e irá para perto do outro? O homem chama: "Vem cá, meu amor." (reprodução exata, não inventada).
Está explicado. Um cachorro passeia com seu homem.