Garotinhas atiradas de janelas, terremotos, padres voadores, uaau! Tinha acabado de escrever sobre a falta de inspiração, mas fui obrigada a apagar. Como não ter inspiração frente a tantos assuntos?! Vou porém, dispensar o primeiro tema, por dois importantes pontos: A) Não é um assunto que deva ser discutido em público. A mídia se apoderou do fato para dar ibope a programas sensacionalistas. Isabella virou assunto nas minhas aulas de Biologia, virou parente de metade do Brasil, e, o pior, atração. É triste pensar como o brasileiro é desocupado. E B) Certamente, já foi suficientemente comentado. Portanto, sobram dois temas.
Vamos todos morrer, fato. Câncer, dengue, aids, bala perdida, overdoses, tropeços, velhice, entre outras coisas, são esperadas. Mas mortes de terremotos, eu não esperava. O Brasil já não é seguro, corram, fujam, não sei para onde, mas o importante é tentar. Ou então, fiquem por aqui mesmo. Vamos para a praia, divertamo-nos até o fim. Ou, ignorem o fato. Culpem as placas tectônicas. São muitas opções.
Mas o que 10 segundos de terremoto não conseguiram fazer? Teve gente que disse que copo caiu, parede balançou, cadeira tremeu. Sinto muito, não senti nada. Para mim, o Brasil ainda é o melhor país que existe (claro, desconsiderando, a política, a fome, a injustiça social, as enchentes... Ok, são temas para um próximo post).
Nos quatro próximos anos, muita coisa vai mudar, diz a propaganda. Mas o Brasil vai continuar Brasil. Dos semi-terremotos, das bizarrices, das tempestades em copos d'água.
Vou dar uma volta de bexigas, amanhã, volto.
Beijão.
lee's summit mo hotels motels
Há 3 anos
Nenhum comentário:
Postar um comentário