terça-feira, abril 15

Pieguice pura;

Antes de tudo, às pessoas não-piegas, não leiam. Esse vai ser um texto chato, escrito num momento em que tudo era lindo. Nada disso faz sentido. Não são palavras.
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As coisas foram acontecendo. A vida era, basicamente, amigos, quedinhas inacabadas, sonhos de gente pequena. E, num dia qualquer, tudo ficou diferente. Inútil tentar explicar, ou mesmo entender, como e porque.
Era assim. Um sentimento estranho, totalmente novo. Era diferente de qualquer paixãozinha, qualquer quedinha, qualquer coisa. Era, pela primeira vez, o amor. Amor verdadeiro, amor que me fazia querer dançar, amor que me deixava esquecer de tudo, amor. Chegou quando ninguém esperava, onde ninguém esperava, de um jeito que ninguém esperava. Quantas cartas, quantos sonhos, quantos beijos. E, hoje, eu só quero rir, e dizer palavras bonitas, e transformar tudo em flores. Nada mais é cafona, ficar sem ele é um desperdício. Amo, ah, como amo, cada mísero segundo. Nas horas ruins, ele é o meu apoio. Foi quem me fez ver quem eu era, de verdade, sem falsas máscaras. Mangás, conversas, bobagens. Só agora sou que em sempre quis ser. Chegou uma hora que nada mais que eu possa falar, ou fazer, ou pensar, vai ser suficiente. Um olhar já explica tudo, e um beijo move (ai, que coisa velha) montanhas, é tudo, simplesmente, bom demais. A vida é, agora, basicamente, amigos, sonhos grandes e ele. Ele. Pieguice pura(mente perfeita).

(E, para cortar o clima) O melhor de tudo é que ele prometeu me levar na topshop. (megainternas)
Amo você, M. Por tudo, mais que tudo, e para sempre.
Um beijo.

PS: Ok, avisei para não lerem(;

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